- O PDT apresentou ação no STF para anular a votação que elegeu Douglas Ruas à presidência da Alerj.
- A legenda sustenta que a eleição, realizada com voto aberto, feriu o regimento interno e facilita pressões externas.
- A medida busca impedir que Ruas assuma interinamente o governo do estado.
- A ação integra uma ofensiva da aliança associada a Eduardo Paes para barrar o pleito no Legislativo.
O PDT ajuizou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira, 20, para que a votação que elegeu Douglas Ruas (PL) à presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) seja anulada. A legenda sustenta que o voto foi aberto e violou o regimento interno da casa.
Segundo o PDT, a escolha de Ruas ocorreu com falhas processuais e poderia ter sido influenciada por pressões externas sobre parlamentares. A ação busca manter o pleito sob questionamento legal até que haja decisão sobre a validade da votação.
A Alerj fica no Rio de Janeiro. O processo faz parte de uma estratégia política mais ampla da aliança que apoia Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo, para impedir a confirmação do nome escolhido para chefiar temporariamente o Legislativo estadual.
Contexto e próximos passos
O PDT afirma que o regimento interno exige votação secreta para determinadas ocorrências, o que não teria sido observado. A defesa de Ruas ainda não se manifestou publicamente sobre o pedido de anulação.
Ato previsto no STF deve analisar requisitos legais da votação e o impacto no funcionamento da Alerj. Enquanto isso, a presidência interina da Casa permanece sob avaliação institucional e jurídica.
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