- O Pentágono revogou a política de vacinação obrigatória contra gripe para os militares, permitindo que cada militar decida sobre a imunização.
- O ministro da Defesa, Pete Hegseth, afirmou em vídeo que a mudança busca devolver liberdade e fortalecer as tropas, criticando o mandato anterior como excessivo.
- O Pentágono não divulgou detalhes adicionais sobre a nova política, incluindo a data de vigência, quando solicitado pela USA TODAY.
- A revogação ocorre quase um ano após o ajuste anterior, que limitou a vacinação sazonal a situações que contribuíssem diretamente para a prontidão das forças.
- O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) segue recomendando a vacina anual contra gripe para adultos e crianças a partir de seis meses.
O Pentágono revogou a política de vacinação obrigatória contra a gripe para os militares, segundo anúncio feito pelo chefe das forças armadas, Pete Hegseth. A nova regra elimina a exigência universal de tomar a vacina.
Em vídeo publicado na rede social X em 21 de abril, Hegseth descreveu a mudança como uma forma de devolver liberdade e força às tropas, classificando a obrigação anterior como excessiva e irracional. Ele afirmou que deixar de impor a vacina não compromete a prontidão.
O Pentágono não divulgou detalhes adicionais sobre a nova política, incluindo a data de vigência, quando contactado pela USA TODAY. A mudança ocorre quase um ano após a redução parcial da exigência de vacinação sazonal, limitada a situações que contribuam diretamente para a prontidão.
Contexto de políticas de gripe
A vacinação anual contra a gripe é recomendada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) para adultos e crianças a partir de seis meses. A agência ressalta que a imunização reduz o risco de doenças gripais e de complicações graves que podem levar a hospitalização ou morte.
Hegseth comparou a exigência de vacinação à de COVID-19, afirmando que a nova política deixa a decisão individual a cada integrante das forças. Segundo ele, se o soldado considerar a vacina benéfica, pode tomá-la por vontade própria, mas não haverá imposição.
O exército dos EUA tem histórico de campanhas de imunização. Pesquisas indicam que houve uma das primeiras mandatórias de vacina para militares desde a década de 1940, como parte de esforços de defesa nacional.
Observações adicionais
A decisão ocorre em meio a mudanças mais amplas nas recomendações de vacinação sob a administração de Trump, com o CDC alterando diretrizes para vacinas infantis. Relatos indicam disputas legais envolvendo vacinas contra COVID-19 e Hepatite B, com decisões ainda sob recurso. O CDC mantém, no entanto, recomendações contínuas de vacinação contra gripe para a população.
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