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PSol formaliza apoio crítico a Juliana Brizola no RS

PSOL formaliza apoio crítico a Juliana Brizola no RS, condicionando aliança a compromissos programáticos e sem pretensão de ocupar cargos no eventual governo com PDT

Formalização da aliança deve ocorrer nesta quarta-feira (22), em encontro na sede do PDT - (crédito: Reprodução/ Redes sociais )
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  • PSol no Rio Grande do Sul decidiu apoiar, de forma crítica, a pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao governo estadual.
  • A aliança fica condicionada a compromissos programáticos, incluindo oposição a privatizações, fortalecimento do serviço público e políticas de prevenção a desastres ambientais.
  • A formalização do apoio ocorre nesta quarta-feira (22/4), em encontro na sede do PDT, com entrega de propostas prioritárias à campanha.
  • A chapa tem Edegar Pretto (PT) como vice-governador, e Manuela D’Ávila permanece para o Senado, em chapa que reúne PCdoB, PV, Rede Sustentabilidade e PSB.
  • O PSol afirma que não pretende ocupar cargos em um eventual governo liderado pelo PDT e não lançará candidatura própria, buscando uma frente ampla para o estado.

A direção estadual do PSol no Rio Grande doSul formalizou apoio crítico à pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao Palácio Piratini. A decisão ocorreu em reunião realizada nesta terça-feira (21/4) e resulta de articulações internas entre correntes e coletivos da sigla.

A formalização da aliança deve ocorrer nesta quarta-feira (22/4) em encontro na sede do PDT. Dirigentes do PSol apresentarão um conjunto de propostas prioritárias para a campanha e para um eventual governo.

Entre os pontos listados estão a oposição a privatizações, o fortalecimento do serviço público e políticas de prevenção a desastres ambientais. A pauta visa enfrentar o avanço da extrema-direita no estado.

Contexto político

Segundo a presidente estadual do PSol, Gabrielle Tolotti, a aliança é medida estratégica diante do avanço de setores conservadores. A leitura interna é de que a unidade do campo progressista evita o cenário de 2022.

A chapa em formação tem Edegar Pretto (PT) como vice-governador. Para o Senado, o PSol mantém Manuela D’Ávila, em coalizão com PCdoB, PV, Rede Sustentabilidade e PSB.

Composição e objetivos

Apesar da adesão, o PSol não pretende ocupar cargos em eventual governo liderado pelo PDT. A entrada do PSol faz parte de uma frente ampla para o governo gaúcho, segundo a leitura interna da sigla.

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