- Tadeu Alencar deixou o cargo de ministro do Empreendedorismo, Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte 18 dias após a nomeação, comunicando pelas redes sociais.
- O ex-ministro, que é Procurador da Fazenda Nacional, disse que a função é uma honra para servidores de carreira, mas gerou tensões indesejadas no PSB.
- Ele afirmou que o governo precisa usar sua energia para melhorar a vida da população e que, embora haja prerrogativas do Chefe do Poder Executivo, não se sentia à vontade para seguir à frente da pasta devido a tensões.
- Antes da promoção, Alencar era secretário-executivo do Ministério; com a saída de outros titulares, ocupantes de cargos intermediários foram promovidos, e ele incentivou superação de divergências para avançar em favor do Brasil.
- Em mensagem, agradeceu a nomeação pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ressaltou que cargos são passageiros, mas o ideal do PSB permanece como guia.
Tadeu Alencar deixou o cargo de ministro do Empreendedorismo, Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, apenas 18 dias após a nomeação. A demissão foi anunciada por meio de suas redes sociais.
O ex-ministro, Procurador da Fazenda Nacional, afirmou que a função é uma honra para servidores de carreira, mas provocou tensões indesejadas no PSB. Ele citou a necessidade de evitar divisões internas no partido.
Segundo Alencar, o governo precisa direcionar sua energia para melhorar a vida da população, com foco em inclusão e redução das desigualdades. Ele ressaltou que a continuidade da pasta depende de fatores alheios à vontade pessoal.
Antes da nomeação ao ministério, ele atuava como secretário-executivo da pasta. Com a saída de titulares, houve ascensão de outros nomes na equipe, o que elevou a importância dos demais cargos de confiança.
Em sua mensagem, Alencar disse manter o compromisso com o governo e com o projeto de reconstrução do Brasil. Ele agradeceu ao presidente Lula pela nomeação e pela oportunidade de servir ao país.
O PSB enfrenta o desafio de lidar com tensões internas e manter unidade diante do momento político. O partido é lembrado por figuras históricas como Mangabeira, Arraes, Eduardo Campos e Geraldo Alckmin, segundo o ex-ministro.
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