- O presidente da Câmara Municipal de Barra do Bugres, Laércio Noberto Júnior (PL), conhecido como Júnior Chaveiro, é investigado por violência doméstica contra a esposa e foi afastado do cargo.
- A polícia civil confirmou o caso; até o momento não houve prisão e a vítima foi ouvida pela Procuradoria da Mulher.
- A publicização ocorreu após denúncia nas redes sociais do ex-vereador Edison de Oliveira; a Procuradoria da Mulher protocolou pedido de afastamento dele do mandato e da presidência.
- Se o afastamento for aprovado, Júnior Chaveiro pode ficar longe das funções por no mínimo 90 dias, prazo que pode ser prorrogado.
- O vereador foi expulso do Partido Liberal; o PL Mato Grosso informou a suspensão da filiação e a abertura do processo de expulsão, após o pedido da deputada federal Coronel Fernanda.
O presidente da Câmara Municipal de Barra do Bugres, no Mato Grosso, vereador Laércio Noberto Júnior, conhecido como Júnior Chaveiro, é alvo de investigação por violência doméstica contra a própria esposa. Ele foi afastado do cargo durante as apurações realizadas pela Polícia Civil.
A denúncia veio à tona após publicação nas redes sociais do ex-vereador Edison de Oliveira. A Procuradoria da Mulher de Barra do Bugres informou ter protocolado pedido de afastamento de Júnior Chaveiro, tanto do cargo de presidente quanto do mandato de vereador, conforme apurou o Terra.
A Polícia Civil confirmou que investiga o caso, sem divulgar detalhes para preservar a vítima. Até o momento, não houve prisão. O afastamento pode durar até 90 dias, prazo que pode ser prorrogado, conforme decisão da Câmara.
Afastamento institucional e resposta do partido
Júnior Chaveiro também foi afastado do Partido Liberal (PL) de Mato Grosso. Segundo o presidente do PL MT, Ananias Filho, o crime é inadmissível e já foram tomadas medidas para afastar o vereador da sigla.
A decisão de suspensão da filiação ocorreu após requerimento da Deputada Federal Coronel Fernanda (PL). O PL MT enfatizou compromisso com seriedade, responsabilidade e valores que norteiam a atuação pública e partidária.
Contexto e próximos passos
A Câmara repudiou qualquer violência contra a mulher e afirmou ter adotado providências internas. A vítima já foi ouvida pela Procuradoria da Mulher, que acompanha o caso em conjunto com as autoridades.
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