- Monique Medeiros retornou à penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, após a prisão preventiva ser restabelecida pelo STF, sem levar o gato que adotou durante a custódia anterior.
- A defesa pretende formalizar um pedido para que o animal permaneça com ela na cela, junto à direção da penitenciária.
- O felino havia ficado sob os cuidados da detenta fora da prisão nos últimos meses.
- A nova ordem de prisão foi assinada pelo ministro Gilmar Mendes, atendendo a recursos da acusação e da Procuradoria-Geral da República; a decisão sustenta que a liberdade da ré poderia comprometer a ordem pública e a instrução do processo; Monique responde por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo, fraude processual e falsidade ideológica.
- O júri popular está previsto para ocorrer no final de maio no Rio de Janeiro, com Monique sendo julgada junto ao ex-vereador Jairinho, que continua preso; o caso investiga a morte de Henry Borel, de quatro anos, que teria apresentado dezoito a vinte e três lesões corporais.
Monique Medeiros retornou nesta terça-feira ao Instituto Penal Talavera Bruce, em Bangu, após a prisão preventiva ser restabelecida pelo STF. Ela não foi acompanhada pelo gato que adotou durante custódia anterior.
A defesa informou que pretende apresentar um pedido à direção da penitenciária para que o animal permaneça com a ré na cela. O felino ficou sob seus cuidados fora da prisão nos últimos meses.
Retorno e animal de estimação
A nova ordem de prisão foi assinada pelo ministro Gilmar Mendes, atendendo a recursos da acusação e da Procuradoria-Geral da República. A decisão visa evitar risco à ordem pública e à instrução do processo.
Monique responde por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação no curso do processo, fraude processual e falsidade ideológica. A ré está presa desde a primeira fase do caso.
Júri popular
O júri popular está marcado para o final de maio no Rio de Janeiro. Ela será julgada junto com o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, que permanece preso.
O caso investiga a morte de Henry Borel, de 4 anos, ocorrida em março de 2021, após o menino apresentar 23 lesões corporais. As informações foram atualizadas por fontes do processo.
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