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Caso Henry: defesa pede que gato acompanhe Monique na prisão

Defesa de Monique Medeiros entra com pedido para que o gato Hércules acompanhe a presa na cadeia; STF restabelece prisão preventiva

Monique Medeiros deixou a prisão na tarde desta segunda-feira (29/8)
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  • A defesa de Monique Medeiros pediu autorização para que o gato Hércules, adotado por ela, acompanhe-a na prisão, caso a direção do presídio permita.
  • A prisão preventiva foi restabelecida pelo Supremo Tribunal Federal, e Monique voltou ao sistema prisional no complexo Talavera Bruce, em Bangu, no Rio de Janeiro.
  • O gato não pôde acompanhar Monique no retorno à penitenciária; a defesa afirma a importância do animal para a detenta, citando solidão e afeto.
  • Caso o pedido seja negado, a defesa pretende recorrer à Justiça. O advogado Hugo Morais afirmou que Monique passa 24 horas em cela quente e fechada.
  • Monique cumpre prisão em cela individual, com rotina de alimentação variando conforme distribuição escalonada, e se entregou após decisão de Gilmar Mendes que manteve a prisão preventiva.

Após retornar ao sistema prisional por decisão do STF, a defesa de Monique Medeiros informou que vai solicitar à direção da unidade autorização para que o gato Hércules acompanhe a detenta na cadeia. O animal, que acompanha Monique desde a primeira detenção, não pôde retornar ao presídio com a cliente.

Monique foi encaminhada novamente à penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, após a retomada da prisão preventiva. O pedido de acompanhamento do animal está em análise pela direção da unidade, com possibilidade de recurso à Justiça caso seja negado.

O gato, com mais de três anos, tornou-se parte da rotina da cela durante o período anterior de detenção. A defesa afirma que Hércules oferece conforto emocional em um ambiente de privação de liberdade, especialmente diante de condições de calor e confinamento relatadas pela cliente.

Situação atual e próximos passos

Monique cumpre prisão em cela individual, em razão de ameaças sofridas no cárcere, segundo a defesa. A rotina segue critérios já aplicados a detentas, com início do dia entre 7h e 7h30 e refeições distribuídas ao longo do dia, com variações no horário conforme a unidade.

Após a entrega, realizada na manhã desta segunda-feira, Monique passou por exame de corpo de delito no IML e foi encaminhada à Central de Custódia, no Benfica, antes de ser transferida para Bangu. A defesa manterá o pedido de autorização para o acompanhamento do animal, com eventual recurso judicial caso haja negativa.

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