- A defesa de Monique Medeiros pediu autorização para que o gato Hércules, adotado por ela, acompanhe-a na prisão, caso a direção do presídio permita.
- A prisão preventiva foi restabelecida pelo Supremo Tribunal Federal, e Monique voltou ao sistema prisional no complexo Talavera Bruce, em Bangu, no Rio de Janeiro.
- O gato não pôde acompanhar Monique no retorno à penitenciária; a defesa afirma a importância do animal para a detenta, citando solidão e afeto.
- Caso o pedido seja negado, a defesa pretende recorrer à Justiça. O advogado Hugo Morais afirmou que Monique passa 24 horas em cela quente e fechada.
- Monique cumpre prisão em cela individual, com rotina de alimentação variando conforme distribuição escalonada, e se entregou após decisão de Gilmar Mendes que manteve a prisão preventiva.
Após retornar ao sistema prisional por decisão do STF, a defesa de Monique Medeiros informou que vai solicitar à direção da unidade autorização para que o gato Hércules acompanhe a detenta na cadeia. O animal, que acompanha Monique desde a primeira detenção, não pôde retornar ao presídio com a cliente.
Monique foi encaminhada novamente à penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, após a retomada da prisão preventiva. O pedido de acompanhamento do animal está em análise pela direção da unidade, com possibilidade de recurso à Justiça caso seja negado.
O gato, com mais de três anos, tornou-se parte da rotina da cela durante o período anterior de detenção. A defesa afirma que Hércules oferece conforto emocional em um ambiente de privação de liberdade, especialmente diante de condições de calor e confinamento relatadas pela cliente.
Situação atual e próximos passos
Monique cumpre prisão em cela individual, em razão de ameaças sofridas no cárcere, segundo a defesa. A rotina segue critérios já aplicados a detentas, com início do dia entre 7h e 7h30 e refeições distribuídas ao longo do dia, com variações no horário conforme a unidade.
Após a entrega, realizada na manhã desta segunda-feira, Monique passou por exame de corpo de delito no IML e foi encaminhada à Central de Custódia, no Benfica, antes de ser transferida para Bangu. A defesa manterá o pedido de autorização para o acompanhamento do animal, com eventual recurso judicial caso haja negativa.
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