- A CCJ do Senado reagendou a sabatina de Jorge Messias para o dia 29, quarta-feira.
- A sabatina havia sido adiantada para 28 de abril por causa do feriado de 1º de maio, para evitar sessão esvaziada.
- O presidente da CCJ, Otto Alencar, acredita que não haverá problema de quórum no dia 29.
- Após a sabatina, a indicação será votada na CCJ e, em seguida, no plenário do Senado, no mesmo dia.
- Na CCJ, são necessários ao menos 14 votos favoráveis; no plenário, é exigida a maioria absoluta, ou seja, pelo menos 41 senadores.
A CCJ do Senado reagendou para quarta-feira, 29, a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias. Ele foi indicado por Lula para ocupar vaga no STF. O adiamento ocorreu por proximidade com o feriado de 1º de maio.
A sessão de sabatina havia sido antecipada para 28 de abril, sob justificativa de evitar esvaziamento. Weverton Rocha, relator, informou que a data poderia comprometer a presença de parlamentares.
A assessoria do presidente da CCJ, Otto Alencar, afirmou que não haverá problemas de quórum no dia 29, já que o feriado cai na sexta-feira e não atrapalha as sessões. A sabatina segue após análise, com votação na CCJ e then no plenário.
Detalhes do processo
Weverton Rocha é o relator e já se posicionou a favor da indicação, que também tem o apoio inicial entre os votos na CCJ, ainda que haja necessidade de 14 votos ali. No plenário, Messias precisa de maioria absoluta.
A indicação de Messias foi publicada no Diário Oficial em 20 de novembro de 2025, mas só anunciada formalmente no início de maio. O processo de tramitação enfrentou atrito político entre Lula e Alcolumbre, segundo fontes da Casa.
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