- O Projeto de Lei 2.619/2025, que regulamenta a atuação das escolas de saúde pública no SUS, será analisado pelos senadores após aprovação na Câmara.
- O texto define objetivos e diretrizes para a formação, qualificação e educação permanente dos profissionais da saúde.
- Existem no Brasil mais de cinquenta instituições desse tipo, ligadas à União, aos estados, aos municípios ou a centros universitários.
- O projeto formaliza uma rede nacional de escolas para cooperação técnica e pedagógica entre entes federativos e troca de conhecimentos com o SUS.
- O autor, deputado Jorge Solla (PT-BA), afirma que as escolas qualificam a força de trabalho e geram conhecimento, mas falta marco legal e articulação nacional.
O projeto de lei que regulamenta a atuação das escolas de saúde pública no âmbito do SUS será analisado pelos senadores. Aprovado pela Câmara dos Deputados, o PL 2.619/2025 estabelece objetivos e diretrizes para a atuação dessas instituições, com foco na formação, qualificação e educação permanente dos profissionais de saúde.
Existem no Brasil mais de 50 escolas desse tipo, vinculadas à União, aos estados e aos municípios ou a centros universitários. O texto define uma rede nacional de cooperação técnica e pedagógica entre os entes federativos e a troca de conhecimentos e inovações com o SUS.
A proposta formaliza a rede como estratégia para a consolidação do sistema de saúde por meio da formação, educação permanente em saúde e da produção e disseminação de conhecimento voltados à saúde pública. A ideia é incentivar a conexão entre instituições e o aperfeiçoamento da gestão do SUS.
Segundo o autor do projeto, deputado Jorge Solla (PT-BA), as escolas já desempenham papel importante na qualificação da força de trabalho, na geração de conhecimento e no desenvolvimento de tecnologias educacionais. Ele argumenta que a falta de marco legal e de articulação nacional limita o potencial das instituições.
O que muda com o texto
O PL 2.619/2025 propõe diretrizes para atuação, cooperação entre entes federativos e mecanismos de monitoramento. O objetivo é ampliar a integração entre as escolas e o SUS, fortalecendo a formação contínua dos profissionais de saúde. A tramitação no Senado ainda não tem data prevista.
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