- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não liberou seu grupo próximo de parlamentares para declarar voto em Jorge Messias para o STF.
- A sabatina de Messias está marcada para o dia 29, e a posição de Alcolumbre reduz a margem de votos necessária para aprovação.
- Ministros do STF, senadores e integrantes do governo tentaram sensibilizar Alcolumbre, que não assume posição clara.
- A expectativa de apoiadores é de 48 votos favoráveis a Messias, sete acima dos 41 necessários para aprovação.
- Além de aliados políticos, Messias conta com apoio de ministros do STF e de lideranças evangélicas, que anunciaram suporte à indicação.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não liberou seu grupo próximo de parlamentares para declarar voto em Jorge Messias no STF. A sabatina do advogado-geral indicado por Lula está marcada para o dia 29, em Brasília. A posição de Alcolumbre reduz a margem de votos necessários para a aprovação.
Senadores afirmam que votariam em Messias, mas apenas com o aval de Alcolumbre. A negociação continua sem reunião entre o senador e o indicado. Enquanto isso, Messias já contava com apoio de ministros do STF, como Mendonça, Zanin e Gilmar Mendes, além de outros aliados.
Pelo menos 48 votos favoráveis teriam sido estimados pela equipe de Messias, sete acima do mínimo de 41. O grupo pretende evitar surpresas, mantendo o apoio anterior, e depende de apoios adicionais para consolidar a maioria.
Apoio e entraves
Ministros, senadores e integrantes do governo já tentaram sensibilizar Alcolumbre, sem sucesso até o momento. A sabatina, prevista para o dia 29, depende de uma posição clara do presidente do Senado para avançar.
Ligações externas e apoios
O movimento também envolve lideranças religiosas, com apoio de pastores que anunciaram respaldo a Messias. A disputa permanece em aberto, com o foco na definição de votações e na viabilidade de aprovação para a indicação.
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