- O pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que a inclusão de Romeu Zema (Novo) no inquérito das Fake News extrapola as funções do Supremo Tribunal Federal.
- Caiado disse que Zema tem respeito e direito à liberdade de expressão, e que não pode ser envolvido no caso.
- O tema ganhou repercussão após Gilmar Mendes pedir a investigação de Zema no inquérito das Fake News.
- O episódio teve origem em um vídeo que mostra fantoches representando Gilmar Mendes e Dias Toffoli discutindo o escândalo do Banco Master.
- Caiado declarou apoio à independência de fala de Zema e disse que ele pode debater o tema como achar adequado.
O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou, em Minas Gerais, que a inclusão de Romeu Zema (Novo) no inquérito das Fake News extrapola as funções do STF. Segundo Caiado, a medida não condiz com a atuação da Suprema Corte.
Ele disse que Zema tem seu respeito e o direito à liberdade de expressão, destacando que não há motivos para associá-lo ao tema das Fake News. Caiado ressaltou que a decisão envolve o ex-governador de Minas apenas como debatedor.
A referência de Caiado ocorre após conflito recente entre Zema e o ministro Gilmar Mendes. Mendes pediu que o ex-governador seja investigado no inquérito das Fake News, o que motivou a circulação de críticas públicas na sexta.
Ainda segundo o pré-candidato, Zema não pode ser impedido de debater o tema conforme julgar adequado. Caiado reiterou apoio à independência de fala do colega, mantendo posição de respeito.
A situação envolve um vídeo de Zema com dois fantoches que representam Gilmar Mendes e Dias Toffoli, ligado ao escândalo do Banco Master, o que levou o ministro a solicitar a inclusão do ex-governador no inquérito.
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