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Carlos Bolsonaro critica prisão do pai e aponta injustiça após cinco meses

Carlos Bolsonaro critica prisão de Jair Bolsonaro como injustificável após cinco meses, afirmando que o ex-presidente segue privado de liberdade de forma covarde

Carlos Bolsonaro classificou a detenção como "injustificável" e criticou a decisão que levou o pai à condenação - (crédito: EM Política)
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  • Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, comentou nesta quinta-feira (23/4) os cinco meses de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, classificando a detenção como injustificável.
  • Em publicação, ele afirmou que o ex-presidente é o maior líder político do Brasil e que segue privado de liberdade de forma covarde, expressando dor, indignação e revolta.
  • Bolsonaro foi preso em 22 de novembro de 2025 e começou a cumprir a pena de 27 anos e 3 meses após o trânsito em julgado.
  • O ex-presidente ficou inicialmente na Superintendência Regional da Polícia Federal, sendo transferido depois para uma Sala de Estado Maior em um complexo penitenciário.
  • Em 27 de março, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a conversão da pena para prisão domiciliar, e ele cumpre a determinação em casa, no condomínio Solar de Brasília, por 90 dias iniciais.

O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), comentou nesta quinta-feira (23/4) os cinco meses de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em rede social, ele descreveu a detenção como injustificável e criticou a decisão que levou à condenação.

Carlos afirmou que Bolsonaro é considerado o maior líder político do Brasil e que permanece privado de liberdade de forma covarde. O filho do ex-mandatário disse sentir dor, indignação e revolta com o período de encarceramento.

Bolsonaro foi preso em 22 de novembro de 2025 e começou a cumprir a pena de 27 anos e 3 meses três dias depois, após o STF declarar o trânsito em julgado do processo que o condenou por liderar uma trama golpista.

Inicialmente, ele ficou preso na Superintendência Regional da Polícia Federal. Em 15 de janeiro, foi transferido para uma Sala de Estado Maior em um complexo penitenciário, onde permaneceu por pouco mais de dois meses.

Em 27 de março, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a conversão da pena para prisão domiciliar. Desde então, Bolsonaro cumpre a determinação em casa, no condomínio Solar de Brasília, por 90 dias iniciais.

A condenação está relacionada à liderança de uma articulação golpista. O caso segue com manifestações públicas de aliados e familiares que contestam a decisão judicial.

Fonte: EM Política

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