- Deputada Júlia Zanatta protocolou pedidos no TCU e na CGU para suspender o uso de jatos da FAB por ministros e autoridades do Executivo, com base em auditoria que aponta desperdício e baixa eficiência.
- A auditoria do Tribunal de Contas da União analisou março de 2020 a julho de 2024, com 7.491 missões aéreas para transporte de autoridades, mais de 73 mil passageiros e custo estimado de R$ 285,2 milhões.
- Zanatta pediu que o TCU determine a preservação de documentos dos voos e vetos a novos pedidos de transporte sem processo formal, seguindo critérios do órgão.
- No documento, ela requer que as alegações de “motivos de segurança” para ocultar listas de passageiros tenham classificação formal, mantendo a relação de presentes sempre íntegra e auditável.
- À CGU, a deputada solicita auditoria e inspeção para verificar a adequação dos controles internos do Executivo e correição para apurar possível envolvimento de agentes civis em irregularidades.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) protocolou representações no TCU e na CGU para suspender o uso de jatos da FAB por ministros e autoridades do Executivo. A medida parte de auditoria do TCU que apontou desperdício e baixa ocupação. A solicitação foi apresentada nesta quarta-feira (22 abr 2026).
O levantamento do TCU analisou o período de março de 2020 a julho de 2024. Foram 7.491 voos com autoridades transportadas e mais de 73 mil passageiros. O custo estimado nesses voos ficou em 285,2 milhões de reais no conjunto do período.
A deputada pede ao TCU a preservação de documentos relacionados aos voos e vedação de novos pedidos sem processo formal, conforme critérios do órgão. Também requer que a relação de passageiros seja mantida de forma íntegra e auditável.
Pedidos à CGU
Zanatta solicita auditoria e inspeção para avaliar controles internos do Executivo. Ela propõe correição para apurar possível participação dolosa ou culposa de agentes responsáveis pela supervisão e gestão documental.
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