- Eduardo Bolsonaro ironizou o STF por não prender foragidos da trama golpista, como Alexandre Ramagem e Allan dos Santos, que estão nos Estados Unidos.
- Ele publicou uma foto ao lado dos dois com a legenda “ainda estamos aqui”, em referência ao livro Ainda Estou Aqui.
- Ramagem foi condenado pelo STF a mais de dezesseis anos de prisão por participação no golpe de 8 de janeiro de 2023 e aguarda análise de pedido de asilo político nos EUA.
- Allan dos Santos é considerado foragido desde 2021, com prisão preventiva decretada pelo STF durante os inquéritos das milícias digitais e fake news; também está nos EUA.
- O ex-deputado pode ser condenado pelo STF em processo por difamação contra a deputada Tabata Amaral; julgamento segue ampliado por mais até 90 dias.
- Nos EUA, Eduardo, Santos e Ramagem integram grupo com o youtuber Paulo Figueiredo, que, segundo a matéria, vem articulando sanções contra o Brasil.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro publicou uma foto ao lado dos ex-assessores Alexandre Ramagem e Allan dos Santos, acompanhada da legenda ainda estamos aqui. A postagem faz referência ao livro Ainda Estou Aqui, de Marcelo Rubens Paiva, e à adaptação para o cinema de Walter Salles.
Ramagem e Allan dos Santos foram condenados pelo STF por participação na tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ramagem recebeu pena superior a 16 anos de prisão por integrar o núcleo central do planejamento, mas está foragido nos Estados Unidos, onde aguarda análise de pedido de asilo político.
Allan dos Santos está entre os alvos da Justiça brasileira desde 2021, quando foi decretada sua prisão preventiva no âmbito de investigações sobre milícias digitais e fake news; ele também buscou refúgio nos EUA para evitar o cumprimento de medidas judiciais.
O próprio Eduardo Bolsonaro pode enfrentar processo no STF por difamação contra a deputada Tabata Amaral. O julgamento está em curso, com o ministro André Mendonça solicitando vistas do processo, o que pode ampliar o prazo de decisão em até 90 dias.
Nos Estados Unidos, o trio aparece associado a um grupo que, segundo a reportagem, atua para restringir o Brasil. A informação cita ainda que o grupo teria participação em ações políticas internacionais, incluindo tensões envolvendo sanções a autoridades brasileiras e reflexos na cena doméstica.
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