- Romeu Zema, ex-governador de Minas e pré-candidato à Presidência, rebateu as críticas de Gilmar Mendes sobre falar “uma língua próxima do português”.
- Em vídeo, Zema disse ter um linguajar de brasileiros simples e afirmou que não utiliza o “português esnobe dos intocáveis de Brasília”.
- O ex-governador afirmou que não se importa com quem não entende suas palavras, mas criticou o que chamou de autoritarismo de ministros do Supremo e afirmou que o público não entende seus atos.
- O conflito começou quando Gilmar Mendes pediu que Alexandre de Moraes investigasse Zema no inquérito das fake news; o pedido foi confirmado pela CNN.
- A denúncia de Gilmar ocorreu depois que Zema compartilhou vídeo com fantoches de Gilmar Mendes e Dias Toffoli discutindo o escândalo do Banco Master; a CNN confirmou o pedido de investigação.
O ministro do STF Gilmar Mendes criticou o modo de falar de Romeu Zema, alegando que a língua próxima do português utilizado pelo ex-governador pode soar ofensiva. A afirmação foi feita em entrevista, sem conteúdo adicional sobre o assunto.
Zema respondeu em vídeo publicado nas redes, afirmando ter um linguajar de brasileiros simples e criticando o que chamou de português esnobe dos chamados intocáveis de Brasília. O ex-governador disse que muitos não entendem suas palavras e que não se importa com a crítica.
A tensão tem relação com um pedido de investigação no inquérito das Fake News. Gilmar Mendes encaminhou à Justiça a solicitação para investigar Zema após o ex-governador ter compartilhado um vídeo com fantoches de Gilmar Mendes e Dias Toffoli discutindo o escândalo do Banco Master.
Pouco tempo depois, Gilmar Mendes criticou publicamente a postura e o português de Zema em entrevista ao Jornal da Globo, destacando que pessoas da vida pública devem agir com responsabilidade e sem brincar com esse tipo de situação.
Entenda
O conflito envolve a avaliação do tom e da linguagem usados por Zema em contextos políticos, além do histórico de disputas entre ministros do STF e o ex-governador. A disputa se aprofundou após Zema compartilhar conteúdo que gerou descontentamento entre alguns membros da Corte.
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