- Gilmar Mendes defende a continuidade do inquérito das fake news, criado em 2019, no STF.
- Disse achar difícil que o inquérito seja encerrado antes das eleições.
- Pontuou sobre os ataques sofridos pelos ministros da Corte.
- Afirmou que o tribunal tem instrumentos efetivos de defesa: procurador-geral pede medidas, relator examina, Polícia Federal investiga, sem risco de abuso.
- A entrevista completa foi concedida em exclusividade ao CB.Poder, aos jornalistas Denise Rothenburg e Ana Maria Campos.
O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, defendeu a continuidade do inquérito das Fake News, criado em 2019. Em entrevista exclusiva ao CB.Poder, ele afirmou que é improvável que o inquérito seja encerrado antes das próximas eleições. Mendes destacou que o instrumento é necessário para defender a corte.
O magistrado ressaltou que o inquérito funciona com instrumentos de defesa bem controlados. Segundo ele, há atuação coordenada entre o Procurador-Geral, o relator, a Polícia Federal e o sistema de medidas, sem sinal de abuso. A entrevista tratou ainda dos ataques direcionados aos ministros da Corte.
Além do tema central, Mendes comentou sobre o ambiente de críticas aos membros do STF. O ministro reforçou a importância de mecanismos institucionais para proteger a atuação dos colegas e a integridade do tribunal, sem detalhar procedimentos específicos.
Contexto do inquérito
A entrevista ocorreu no contexto de debates sobre a validade e os impactos do inquérito das Fake News, aberto em 2019. O tema envolve questões de segurança institucional, proteção a magistrados e responsabilidade de agentes públicos na disseminação de informações. A defesa apresentada por Mendesfoca na necessidade de instrumentos de defesa e de apuração eficaz.
A produção da entrevista foi conduzida pelo CB.Poder e contou com a participação das jornalistas Denise Rothenburg e Ana Maria Campos. A matéria busca esclarecer posicionamentos do STF em relação ao inquérito e aos ataques sofridos por seus integrantes. A íntegra está disponível pela emissora.
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