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Gilmar Mendes defende inquérito das fake news: vai acabar quando terminar

Gilmar Mendes defende manter aberto o inquérito das fake news até as eleições, para responder aos ataques contra o STF e preservar independência do Judiciário

O ministro do STF Gilmar Mendes afirmou que a abertura do inquérito das fake news foi 'importante'
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  • Gilmar Mendes defende que o inquérito das fake news permaneça aberto “pelo menos até as eleições” deste ano, por considerar relevante diante de ataques ao STF.
  • O ministro afirmou que a investigação é necessária e deve terminar apenas com o fim do processo, ressaltando críticas ao relator da CPI do Crime Organizado.
  • Ele citou o relatório que pediu o indiciamento de ministros do STF e do PGR, relatório que foi rejeitado pela comissão da CPI.
  • O inquérito é sigiloso e foi aberto para apurar ataques ao STF e ameaças à independência do Judiciário e ao Estado de Direito.
  • Mendes comentou o embate com o ex-governador Romeu Zema, que pediu a inclusão de Zema no inquérito das fake news por vídeos críticos aos ministros; Zema tem divulgado mais vídeos nas redes.

Gilmar Mendes defendeu nesta quarta-feira, 22, que o inquérito das fake news permaneça aberto pelo menos até as eleições deste ano. O ministro do STF disse que a investigação continua necessária diante de ataques à Corte.

De acordo com Mendes, o inquérito funciona como ferramenta de proteção do STF diante de pressões externas. Ele citou ataques ao tribunal e afirmou que é preciso que haja resposta institucional.

O ministro lembrou o relatório da CPI do Crime Organizado, que sugeriu o indiciamento de ministros do STF, do PGR e de other integrantes, o que foi rejeitado pela comissão. Segundo ele, esse tipo de movimento reforça a relevância do inquérito.

Contexto do inquérito das fake news

O inquérito é sigiloso e apura ataques à independência do STF e à ordem constitucional. Mantém-se sob sigilo, com condução judicial e atuação de um ministro do STF como relator, sem participação de delegado.

Mendes também criticou ações que, segundo ele, tentam deslegitimar o tribunal. Em 인터view, o decano do STF pediu que o inquérito permaneça ativo até o fim do processo eleitoral para evitar abusos.

Caso envolvendo Romeu Zema

O ministro mencionou o ex-governador de Minas, Romeu Zema, como alvo de pedidos para inclusão no inquérito, após o compartilhamento de vídeos com críticas aos ministros. Mendes disse que tais ações devem ser avaliadas com cuidado.

Zema afirmou que continuará com críticas ao STF, alegando perseguição. Ele publicou diversos vídeos no Instagram desde a segunda-feira, 20, mantendo postura veementemente crítica ao tribunal.

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