- O governo autorizou a nomeação de mil novos policiais federais, em medida assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União.
- A lista de vagas contempla agentes (705), escrivães (176), delegados (61), papiloscopistas (20) e peritos (38).
- Segundo a Polícia Federal, a medida duplica o total de vagas previstas no edital e pode levar ao reforço de até dois mil agentes na instituição.
- Aproximadamente seiscentos aprovados já participam de formação na Academia Nacional de Polícia, com previsão de chamamento de mais 1.370 servidores ainda em 2026.
- O governo também afirmou o compromisso de preencher todos os cargos vagos da carreira policial no segundo semestre de 2026, para compor a quarta turma da Academia Nacional de Polícia (ANP) no início de 2027.
O governo autorizou a nomeação de mil novos policiais federais, em medida assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 22. A nomeação ocorre além do contingente já previsto no edital do concurso de 2025 para a Polícia Federal.
A autorização contempla 705 vagas para agentes, 176 para escrivães, 61 para delegados, 20 para papiloscopistas e 38 para peritos. A PF afirmou que a medida, na prática, dobra o quantitativo de vagas originalmente previsto no edital.
Segundo a PF, já há 600 aprovados em formação na Academia Nacional de Polícia. A expectativa é chamar 1.370 novos servidores ainda em 2026, incluindo excedentes e aprovados além das vagas iniciais.
O governo confirmou o compromisso de preencher todos os cargos vagos da carreira policial no segundo semestre de 2026. A previsão é de promover o preenchimento integral dos quadros da PF até o início de 2027.
A PF informou que os novos policiais atuarão para fortalecer a atuação institucional e ampliar a capacidade de resposta da corporação às demandas da sociedade.
Essa ampliação ocorre em um contexto de movimentação institucional da área de segurança pública, com atuação prevista em diferentes frentes operacionais da Polícia Federal.
A medida também está vinculada a planos de reorganização institucional anunciados pelo governo, sem mudanças de diretrizes ou de responsabilidades das carreiras.
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