- O governo autorizou a nomeação de mil aprovados do último concurso da Polícia Federal, além das vagas imediatas, com decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (23/4).
- Serão chamados: 705 agentes, 176 escrivães, 61 delegados, 38 peritos criminais e 20 papiloscopistas.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em vídeo, que até o fim deste ano todos os cargos da PF devem estar ocupados pela primeira vez na história.
- O ministro da Justiça e Segurança Pública e o diretor-geral da PF também assinaram o decreto.
- Em dezembro do ano passado, mais mil policiais já haviam entrado na corporação; o curso de formação teve início em janeiro na ANP, em Brasília, com duração prevista de três meses.
O governo federal autorizou a nomeação de mil aprovados no último concurso para a Polícia Federal, além das vagas imediatas já previstas. A medida foi publicada em decreto no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (23/4).
Serão chamados 705 agentes, 176 escrivães, 61 delegados, 38 peritos criminais e 20 papiloscopistas. A ação faz parte de um esforço para ampliar o efetivo da PF, segundo o governo.
Em vídeo nas redes nesta quarta-feira (22/4), o presidente Lula informou que, até o fim deste ano, todos os cargos da PF devem estar ocupados pela primeira vez na história. A declaração reforça a meta de fortalecimento da instituição.
Quem está envolvido
O decreto foi assinado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. A confirmação ocorreu junto à publicação oficial.
A nomeação integra o acompanhamento de ações para reforçar a atuação da PF, com foco em combate ao crime e à segurança das famílias brasileiras, segundo comunicados oficiais.
A confirmação de novas nomeações ocorre após a divulgação de convocações anteriores em dezembro, quando mil aprovados já ingressaram na corporação. O curso de formação teve início em janeiro na ANP, em Brasília, com duração prevista de três meses.
Contexto e desdobramentos
O governo destacou que a atuação da PF vem recebendo apoio institucional para ampliar a presença e a atuação nos estados. Em ano de mudanças dinâmicas na segurança pública, a ampliação do efetivo é apresentada como prioridade.
O governo também citou-a posição da PF em casos de cooperação internacional e atuação em áreas de fronteira, reforçando a necessidade de quadro estável para despacho ágil de investigações. Não houve comentários oficiais adicionais sobre impactos regionais.
Em dezembro, a PF recebeu mais mil ingressos, elevando o efetivo e acelerando planos de formação. O andamento das contratações é acompanhado pela pasta para assegurar cumprimento de prazos e metas.
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