- O episódio ocorreu na Fafich da UFMG, durante um debate entre estudantes e dois pré-candidatos de direita, na quarta-feira, vinte e dois.
- A confusão começou com o desafio envolvendo um Pix de R$ 500,00 para quem provasse que Lula seria melhor para o Brasil do que Bolsonaro, gerando reação imediata e violência no espaço aberto.
- A escalada incluiu empurrões, chutes e spray de pimenta; a segurança da universidade precisou intervir, e os influenciadores foram escoltados para fora do campus.
- A UFMG informou que não foi previamente notificada sobre a gravação de conteúdo político, ressaltando abertura ao debate e a necessidade de procedimentos para manter a convivência acadêmica.
- Os pré-candidatos teriam relatado agressões; estudantes do Diretório Acadêmico disseram que os visitantes buscavam convencer alunos a mudar de posição, com membros de camisetas de símbolos comunistas e do PSOL expressando resistência à “política do extermínio” e a expulsão dos convidados.
Na última quarta-feira (22), houve um tumulto durante um debate na UFMG, envolvendo dois pré-candidatos de direita e estudantes. O episódio ocorreu na Federação deash Fafich, em Belo Horizonte, com agressões físicas, gritos e a saída dos visitantes sob escolta policial. A confusão interrompeu a atividade prevista no campus.
Coerentes com a dinâmica, Douglas Garcia, pré-candidato a deputado estadual por São Paulo, e Marília Amaral, pré-candidata ao mesmo cargo por Minas Gerais, participaram do imperativo. Marília é esposa do deputado federal Junio Amaral. Ambos relataram ter sido alvo de agressões por militantes estudantis durante a apresentação.
Os envolvidos tentaram promover um desafio aos alunos sobre apoio a políticas de determinados candidatos, o que gerou reação contundente. Representantes do Diretório Acadêmico afirmaram que muitos estudantes não aceitavam o que chamaram de política de extermínio e que o episódio levou à saída dos influenciadores, cercados por manifestantes.
O posicionamento da UFMG e desdobramentos
A universidade informou que não foi notificada previamente sobre a gravação de conteúdo político no espaço. A UFMG ressaltou a abertura ao debate público e ao pluralismo, mas destacou a necessidade de procedimentos institucionais para evitar conflitos e assegurar a convivência acadêmica.
A ocorrência gerou relatos de empurrões, chutes e uso de spray de pimenta, levando a intervenção da segurança universitária. Os influenciadores foram escoltados para fora do campus, sob proteção policial, para preservar a integridade física de todos os presentes.
Contexto e próximos passos
A direção da instituição reiterou o compromisso com o ambiente de discussão democrática e com o cumprimento de regras internas. O episódio será apurado para apurar responsabilidades e orientar futuras ações que evitem novos conflitos em atividades com participação externa.
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