- Lula afirmou, na abertura da Feira Brasil na Mesa, realizada em Brasília, que deverá ampliar o tom de ataques contra adversários na campanha eleitoral.
- O presidente disse que há gente que não sabe administrar e que, quando a campanha começar, as verdades serão mais contundentes e poderão deixar os mentirosos nus diante das câmeras.
- Não houve menção direta ao senador Flávio Bolsonaro, considerado concorrente provável do pleito.
- Sobre Donald Trump, Lula criticou o estilo de “querer guerra” e disse que pretende levar jabuticaba ou maracujá para acalmar o americano durante as viagens.
- Os comentários foram feitos durante a presença de Lula na Feira Brasil na Mesa, em uma das sedes da Embrapa, em Brasília.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em Brasília, que deverá aumentar o tom dos ataques a adversários durante a campanha eleitoral. O comentário ocorreu durante discurso de abertura da Feira Brasil na Mesa, realizada em uma das sedes da Embrapa.
Lula não mencionou diretamente o principal concorrente nas pesquisas, o senador Flávio Bolsonaro, mas afirmou que alguns adversários não teriam currículo confiável para gerenciar o país. A fala aponta para uma estratégia de endurecimento do tom na disputa.
Antes do discurso, o presidente visitou feirantes e setores da feira para reforçar a agenda de produção agrícola. A fala sobre endurecer críticas surgiu no momento de avaliação de possíveis ataques durante o período eleitoral.
Durante o discurso, Lula citou a necessidade de fortalecer a imagem do Brasil no exterior e de defender políticas públicas. O tom mais firme, segundo ele, seria necessário para enfrentar a oposição e esclarecer fatos.
Em outro momento, Lula mencionou possíveis gestos simbólicos ao exterior para acalmar aliados. Ele afirmou que pretende levar plantas, como jabuticaba e maracujá, a líderes internacionais para transmitir uma mensagem de pacificação.
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