- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decretou prisão domiciliar de Maria Ferreira de Alencar.
- Maria Ferreira foi condenada a 8 anos e 6 meses de prisão por participação na tentativa de golpe em 2022.
- A sentença aponta que ela atuou para facilitar ações da Polícia Rodoviária Federal que dificultaram o deslocamento de eleitores do Nordeste no segundo turno.
- Ela ocupava o cargo de diretora de inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública, posição considerada estratégica na articulação das ações.
- Com o fim dos recursos, a condenação tornou-se definitiva e a pena começará a ser executada; defesa não comentou o caso.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decretou nesta quinta-feira (23) a prisão domiciliar de Maria Ferreira de Alencar, condenada por participação na tentativa de golpe de Estado em 2022. A decisão foi tomada após a condenação, que fixou pena de 8 anos e 6 meses de reclusão.
Maria Ferreira atuava como diretora de inteligência do Ministério da Justiça e Segurança Pública, posição considerada estratégica para a articulação das ações investigadas. A decisão aponta que houve colaboração para a atuação da Polícia Rodoviária Federal em operações que dificultaram o deslocamento de eleitores do Nordeste no segundo turno.
Após a condenação, Maria respondia em liberdade porque o processo ainda não havia transitado em julgado. Com o término das possibilidades de recurso, a pena passa a ser executada, conforme o entendimento do STF.
A defesa da condenada não foi localizada pela reportagem para comentar o caso.
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