- Moraes prorroga por sessenta dias o inquérito que investiga Monark por desobediência a ordem do STF.
- a Polícia Federal pediu mais tempo, dizendo que a apuração ainda não foi concluída e precisa de continuidade.
- o caso envolve suposto drible em bloqueio de redes e cumprimento de ordem para se abster de publicar desinformação, com bloqueios a perfis dele em várias plataformas.
- Moraes determinou o bloqueio de páginas de Monark em Facebook, TikTok e Twitter (agora X) e pediu que se abstenha de publicações com informações falsas; Monark já prestou depoimento à Polícia Federal.
- novas informações apontam perfis ainda ativos em redes como Twitter, Facebook, YouTube, TikTok e Rumble, pelos quais ele defenderia ideias ilegais/antidemocráticas; o magistrado cita uso de falhas de moderação do Spotify para monetizar o podcast MonarkTalks.
O ministro Alexandre de Moraes do STF autorizou a prorrogação por 60 dias do inquérito que investiga o influenciador Bruno Aiub, o Monark, por suposto descumprimento de decisões judiciais relacionadas a publicações nas redes. A lei de desinformação e o bloqueio de conteúdos estão no foco da apuração.
A Polícia Federal solicitou mais tempo para concluir as diligências, afirmando que ainda há etapas pendentes. O pedido de prorrogação foi aceito pelo STF, que confirmou a necessidade de ampliar o prazo para finalizar a investigação.
O inquérito tem como base denúncias de que Monark desobedeceu ordens que determinaram o bloqueio de suas páginas e a abstenção de divulgar notícias falsas. Entre as ações citadas estão publicações em diversas plataformas, com suposta disseminação de desinformação.
Detalhes da investigação
Relatórios do TSE indicaram que o influenciador utilizou a plataforma Rumble para veicular entrevista com o deputado Filipe Barros, contendo informações contestadas sobre as instituições eleitorais. Moraes pediu novo bloqueio e acompanhamento de publicações.
Segundo o magistrado, novas informações apontam perfis ativos em nome de Monark no Twitter, Facebook, YouTube, TikTok e Rumble, nos quais ele defendia ideias consideradas ilegais e antidemocráticas. Também foi citado o uso de falhas de moderação do Spotify para monetizar o podcast MonarkTalks.
A prorrogação e as diligências visam esclarecer se houve descumprimento reiterado de decisões judiciais. A PF deve encaminhar ao STF as conclusões finais após o novo prazo. Monark deixou o Flow após defender posições polêmicas, que motivaram denúncia por discurso de ódio em 2024.
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