- Padre Kelmon Luis Souza, sacerdote e pré-candidato a deputado federal pelo PL de São Paulo, publicou vídeo apoiando Jair Bolsonaro e criticando a prisão.
- A gravação foi divulgada no Instagram na quarta-feira, 22 de abril de 2026, com a legenda: “5 meses de Jair Bolsonaro preso. Uma verdadeira tragédia nacional.”
- No vídeo, Kelmon afirma que Bolsonaro é “uma vítima do sistema” e descreve a prisão como uma “tragédia nacional.”
- O religioso rebate críticas de quem diz que deve se manter apenas na igreja, questionando se deve se calar diante de supostas injustiças ou agir como Cristo para denunciar perseguições, hipocrisias, mentiras e corrupções.
- O material encerra com a mensagem “Bolsonaro Livre!” e mostra Kelmon ao lado de famílias de uma comunidade durante atividades religiosas.
Padre Kelmon, pré-candidato a deputado federal pelo PL, publicou na quarta-feira (22 abr 2026) um vídeo em defesa de Jair Bolsonaro (PL) e criticou a prisão do ex-presidente. A postagem foi feita no Instagram com a legenda sobre cinco meses de cárcere e a ideia de uma tragédia nacional.
No vídeo, o sacerdote aparece inicialmente em silêncio, com trechos de uma mensagem surgindo em placas. Em tom de defesa, ele afirma que Bolsonaro é vítima do sistema e que o atual cenário representa uma tragédia nacional.
Kelmon também rebate críticas recebidas por sua atuação política, afirmando que há quem peça que ele retorne à igreja. Questiona se deve ficar calado diante das injustiças ou agir de modo semelhante a Cristo para denunciar perseguições, hipocrisias, mentiras e corrupções.
Ao final da gravação, as placas viram a mensagem Bolsonaro Livre. Em seguida, o padre surge ao lado de famílias de uma comunidade, participando de atividades religiosas após a fala. O material circula inicialmente nas redes sociais e na imprensa.
A íntegra da mensagem enviada por Kelmon ressalta que Bolsonaro completa cinco meses preso e que estaria sendo vítima do sistema, descrita como tragédia nacional. O porta-voz citou ainda a necessidade de denunciar o que vê como perseguições e corrupções. Fonte: Poder360.
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