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Subsecretário de BH confirma corte mensal de R$ 50 milhões na Saúde

Corte de cinquenta milhões mensais no orçamento da Saúde de Belo Horizonte pode comprometer ações e o Samu 192; prefeitura busca recursos para mitigar impactos

Audiência foi realizada na Câmara Municipal nessa quarta (22)
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  • Subsecretário de Saúde de Belo Horizonte, Marcelo de Souza, confirmou corte de 50 milhões de reais mensais no orçamento da pasta, divulgado em 22 de abril de 2026.
  • A prefeitura caracteriza a redução como “tarefa oficial” para equilibrar as contas diante da crise financeira.
  • O corte deve impactar ações e programas, incluindo o Samu 192, com possível redução de recursos.
  • Uma audiência pública na Câmara Municipal discutiu os impactos, com participação de parlamentares e representantes da sociedade civil.
  • A prefeitura busca mitigar os efeitos por meio de captação de recursos federais e estaduais e otimização de gastos, priorizando serviços essenciais.

O subsecretário de Saúde de Belo Horizonte, Marcelo de Souza, anunciou na quarta-feira 22 de abril de 2026 que a prefeitura vai cortar 50 milhões de reais por mês do orçamento da pasta. A informação foi divulgada durante audiência realizada na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

Segundo o subsecretário, a medida busca equilibrar as contas públicas diante da crise financeira. O corte atingirá ações e programas da saúde, incluindo o Samu 192, que pode sofrer reduções. A justificativa é cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e manter o equilíbrio orçamentário.

A Câmara Municipal realizou a audiência para discutir os impactos do corte na saúde. Participaram parlamentares e representantes da sociedade civil. O vereador Rafael Martins, do PSD, afirmou que a redução pode comprometer a qualidade do atendimento, destacando a necessidade de preservar serviços essenciais.

Medidas para mitigar impactos

A prefeitura informou que buscará alternativas para minimizar os efeitos, como captação de recursos federais e estaduais e a otimização de gastos. O secretário municipal de Saúde reforçou que a prioridade é manter os serviços mais importantes e o atendimento à população, buscando reduzir o impacto da medida.

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