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Trump limpa alto escalão militar; exonerados desde o início do mandato

Governo Trump realiza remodelação sem precedentes no alto escalão militar durante a guerra, demitindo chefes do Exército, Marinha e Guarda Costeira para recompor liderança

John Phelan — Foto: AP Photo/Alex Brandon
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  • Trump promoveu uma limpa no alto escalão militar, com várias exonerações desde o início do seu mandato, incluindo a secretária da Marinha, John Phelan.
  • John Phelan, doador de campanha de Trump sem experiência militar ou civil anterior, foi demitido após tensões por ter apresentado ideias diretamente ao presidente, bypassando superiores.
  • Randy George, chefe do Estado-Maior do Exército, foi demitido em 2 de abril, em meio a tensões entre o secretário do Exército e o secretário de Defesa, com decisões ligadas a discordâncias sobre a liderança.
  • Outros desligamentos incluem o general David Hodne, que liderava o Comando de Transformação e Treinamento do Exército, e o major-general William Green, chefe do Corpo de Capelães do Exército.
  • Em 21 de fevereiro de 2025, Charles Q. Brown foi demitido do cargo de chefe do Estado-Mior Conjunto, acompanhado pela saída da almirante Lisa Franchetti; a Guarda Costeira também teve mudanças com a demissão de sua comandante, almirante Linda Fagan, em 21 de janeiro de 2025.

O governo de Donald Trump promoveu uma reforma expressiva no alto escalão militar desde o início de seu mandato, com várias exonerações de generais e almirantes. A demissão mais recente veio com o secretário da Marinha, John Phelan, nesta semana. Os motivos apontados envolvem atritos com a liderança e propostas diretas ao presidente.

Dentre as demissões, houve mudanças de peso no Exército e no Combate ao longo dos últimos meses. Randy George deixou o cargo de chefe do Estado-Maior do Exército em 2 de abril, após tensões com o secretário do Exército, Daniel Driscoll. A saída ocorreu enquanto as tropas eram reforçadas no Oriente Médio.

A reformulação alcançou outras áreas estratégicas. O general David Hodne, que comandava o Comando de Transformação e Treinamento do Exército, e o major-general William Green, chefe do Corpo de Capelães, também foram afastados. O secretário da Defesa, Pete Hegseth, enfrentou tensões com oficiais da área.

Timothy Haugh, chefe da NSA, foi desligado em 3 de abril de 2025, sem motivo divulgado, em meio a uma onda de mudanças na área de segurança nacional. O chefe do Estado-Mior Conjunto, Charles Q. Brown, foi demitido em 21 de fevereiro de 2025, marcando a reformulação sem precedentes.

Mudanças relevantes no comando

Charles Q. Brown, líder das Forças Armadas, e a almirante Lisa Franchetti, primeira mulher a comandar uma das forças, foram removidos. Lisa Franchetti também deixou o posto de chefe de operações navais. Ambos integraram a leva de demissões anunciadas em 2025.

A Guarda Costeira também sofreu alterações. Almirante Linda Fagan, comandando a Guarda Costeira desde 2022 e a primeira mulher a liderar um ramo, foi desligada em 21 de janeiro de 2025. A remessa de mudanças incluiu críticas ao foco em políticas de diversidade.

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