- O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, por unanimidade, transferir R$ 13,2 milhões para locação de imóveis no exterior destinados às eleições de 2026.
- Os espaços serão usados em países onde embaixadas e consulados não conseguem atender à demanda de eleitores, alugando imóveis fora dessas unidades.
- A solicitação de orçamento foi apresentada pelo Ministério das Relações Exteriores em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal.
- A presidente do TSE, Cármen Lúcia, informou que a medida abrange 65 seções eleitorais, sem detalhar os países envolvidos.
- O Brasil tem cerca de 155,8 milhões de eleitores, com aproximadamente 793.330 com domicílio no exterior; o número exato de eleitores aptos em 2026 só será conhecido após 6 de maio.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, a transferência de R$ 13,2 milhões para a locação de imóveis no exterior destinados às eleições presidenciais de 2026. A medida visa atender a países onde consulados não têm capacidade para concentrar a votação.
Os espaços permitirão a realização de 65 seções eleitorais fora das embaixadas e repartições consulares brasileiras. A iniciativa evita sobrecarga das estruturas diplomáticas e garante o funcionamento do pleito para quem vive no exterior.
A solicitação foi apresentada pelo Ministério das Relações Exteriores, em conjunto com o TRE-DF, responsável pelo eleitorado no exterior. Segundo a corte, o Brasil soma cerca de 155,8 milhões de eleitores, com aproximadamente 793 mil vivendo fora do país.
Detalhes do orçamento e alcance
A expectativa é que o total de eleitores aptos a votar em 2026, tanto no Brasil quanto no exterior, chegue a cerca de 800 mil. No exterior, o voto é permitido apenas para a eleição do presidente da República. O prazo final para regularização do título é 6 de maio.
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