- Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, passou por exames no hospital DF Star, em Brasília, e retornou à Superintendência da Polícia Federal, onde continua preso preventivamente.
- A saída do hospital foi autorizada no dia 22 pelo ministro André Mendonça, após Vorcaro relatar mal-estar.
- O banqueiro afirmou ter urinado sangue durante o atendimento na prisão.
- Ele havia sido transferido, no dia 19, da penitenciária federal para a Superintendência da Polícia Federal, por questões de comunicação com a defesa e eventuais negociações de delação premiada.
- Vorcaro foi preso em 4 de março por ordem do ministro Mendonça, após a PF apresentar evidências de que mantinha braço armado para ameaçar adversários e invadir sistemas de informática.
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, passou por exames médicos em Brasília nesta quinta-feira, 23. Ele ingressou no DF Star por volta das 12h50 e permaneceu até 14h15, antes de retornar à Superintendência da Polícia Federal, onde segue preso preventivamente por suspeitas de fraudes na gestão da instituição.
Durante a visita ao hospital particular, Vorcaro afirmou ter urinado sangue. A saída foi autorizada pelo ministro do STF André Mendonça, em 22 de abril, após o relato de mal-estar. A escolta até o hospital ocorreu por agentes da Polícia Federal.
O caso é acompanhado pela defesa, que avalia a possibilidade de pedir prisão domiciliar caso os exames revelem condições de saúde graves. A avaliação ocorre para subsidiar eventual requerimento ao STF.
Vorcaro foi preso em 4 de março, por ordem de Mendonça, após a PF apresentar evidências de que ele mantinha um braço armado usado para ameaçar adversários e invadir sistemas de investigação.
Anteriormente, ele estava preso na penitenciária federal em Brasília e, no dia 19, foi transferido de helicóptero para a Superintendência da PF na capital. A defesa argumentou que a transferência facilitou negociações relacionadas a delação premiada.
Contexto da prisão
A atuação da PF envolveu o compartilhamento de provas ao STF de irregularidades na gestão do Banco Master, motivo da prisão preventiva. A investigação continua, com foco em atividades suspeitas que teriam impactado clientes e a instituição.
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