- Em entrevista à CNN, o ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que não seria razoável encerrar o inquérito das fake news tão perto das eleições de 2026.
- Ele defendeu a importância de investigar pessoas que agem contra a democracia, dizendo que há quem aproveite o contexto eleitoral para fazer “testes”.
- Mendes afirmou que o STF é a única corte no mundo que enfrentou proposta de derrubada da democracia e que o inquérito das fake news continua sendo um instrumento relevante.
- O ministro destacou, no contexto pré-eleitoral, que há pessoas testando limites, questionando até que ponto podem agir contra ministros do STF.
*Em atualização*
Em entrevista à CNN, o ministro Gilmar Mendes, do STF, afirmou que não seria razoável encerrar imediatamente o inquérito das fake news antes das eleições de 2026. O foco é manter o instrumento ativo para monitorar conteúdos que possam comprometer a democracia.
O ministro enfatizou a importância de investigações contra atitudes que ameacem o regime democrático, destacando que pessoas aproveitam o contexto eleitoral para realizar testes de limites. Segundo ele, o inquérito das fake news continua relevante nesse cenário.
Mendes afirmou que o STF tem desenvolvido um papel único no cenário mundial ao enfrentar propostas que questionam a democracia, destacando que, em contextos pré-eleitorais, há uma atuação mais intensa para delimitar interferências e abusos. Em seus comentários, o objetivo é defender mecanismos democráticos e assegurar responsabilidade institucional.
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