- Trump vai participar pela primeira vez do jantar anual da White House Correspondents’ Association como presidente, em Washington.
- A organização escolheu um mentalista, Oz Pearlman, em vez de comediante tradicional para fazer a apresentação do evento.
- Jimmy Kimmel destacou que o presidente costuma se incomodar com humor e afirmou que o jantar deste ano não terá comediante.
- Kimmel fez uma sátira de Trump durante um discurso alternativo do jantar, citando críticas ao comportamento do presidente e aos membros de seu governo.
- Stephen Colbert e Seth Meyers comentaram, entre outros assuntos, o tema iraniano e críticas à gestão de preços e a possíveis impactos no setor aéreo.
O apresentador Jimmy Kimmel reagiu ao anúncio de que Donald Trump pode participar do White House Correspondents’ Dinner como presidente. O evento ocorre neste fim de semana e é promovido pela White House Correspondents’ Association (WHCA). A ideia de Kimmel foi transformar o jantar em uma sátira com tom alternativo.
Kimmel destacou que, pela primeira vez, Trump compareceria ao evento como presidente, mas sem um comediante oficial para fazer o roast. A WHCA contratou Oz Pearlman, mentalista, para apresentações. O humor tradicional do jantar seria substituído por performances não humorísticas.
O apresentador criticou a reação de Trump ao humor, sugerindo que o anfitrião prefere evitar o formato tradicional de piadas sobre a imprensa. Ele ainda indicou que o objetivo seria provocar a discussão pública sem o formato de comédia habitual.
No The Late Show, Stephen Colbert comentou a ausência de uma atração humorística tradicional e fez referência a uma possível ausência de premiação para o presidente. Colbert mencionou o papel do mentalista na noite e a expectativa de participação de Trump no ato.
Já no Late Night, Seth Meyers discutiu a crise internacional envolvendo o Irã e a reação da administração. Meyers apontou impactos no preço de combustível, interrupções de voos e possíveis medidas de resgate financeiro para empresas aéreas, citando indicadores de mercado.
Meyers também mencionou críticas de políticos conservadores a qualquer aval estatal para socorro a companhias aéreas. O comediante ironizou o uso de ações governamentais para gerenciar custos em setores estratégicos, mantendo o tom de análise crítica sobre a situação econômica.
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