- Sharon Osbourne afirmou apoio à marcha “Unite the Kingdom”, promovida por Tommy Robinson, marcada para Londres no próximo mês.
- A reação foi rápida: a Centrepoint rompeu relações com a empresária, deixando de atuar como sua embaixadora.
- Em comunicado ao Guardian, a instituição disse que o evento não reflete seus valores e que apoia jovens independentemente de origem, etnia ou religião.
- A Centrepoint agradeceu o apoio anterior de Sharon, mas informou que ela não é mais embaixadora oficial nem há planos de parceria futura.
- A edição anterior do movimento reuniu mais de cem mil pessoas em 2025 e terminou com prisões e policiais feridos; autoridades britânicas mantêm cautela.
Sharon Osbourne, viúva de Ozzy Osbourne, está no centro de uma polêmica após apoiar publicamente uma manifestação organizada por conservadores no Reino Unido. A empresária respondeu a uma publicação associada ao ativista de extrema direita Tommy Robinson, promovendo a marcha Unite the Kingdom, prevista para Londres no próximo mês. A participante pediu que os presentes comparecessem à marcha.
A reação não tardou. A Centrepoint, uma das principais organizações de caridade britânicas voltadas a jovens sem-abrigo, anunciou o rompimento com Sharon Osbourne. A instituição informou que a empresária não é mais embaixadora e não há planos de futuras colaborações. A central reiterou valores de inclusão independentemente de origem, etnia ou religião.
Unite the Kingdom
O evento é acompanhado com preocupação por autoridades britânicas. Em versão anterior, ocorrido em 2025, a marcha reuniu mais de 100 mil pessoas e contou com discursos de Robinson e Elon Musk. Houve violência, com 25 prisões e 26 policiais feridos. A organização do movimento não informou novas datas ou mudanças de roteiro.
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