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Governo do Rio ordena mais 30 exonerações, total chega a 668 em um mês

Governo do Rio soma 668 exonerações em um mês; 26 assinadas por Willeman reduzem quadro e visam economizar cerca de R$ 10 milhões

Governador em exercício, Ricardo Couto, já completou um mês no cargo (Felipe Cavalcanti/TJ-RJ//)
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  • Governo do Rio de Janeiro publicou 30 exonerações nesta segunda-feira, levando o total para 668 em um mês.
  • Dentre as dispensas de hoje, 27, apenas quatro foram assinadas pelo desembargador Ricardo Couto; as demais 26 têm assinatura do secretário da Casa Civil, Flávio Willeman.
  • As exonerações atingiram cargos em diversas secretarias (Casa Civil, Fazenda, Governo, Defesa do Consumidor e Gabinete do Governador) e em entidades como Inea, Fundação Leão XIII e Loteria do Estado.
  • A reformulação administrativa também prevê a extinção de três subsecretarias da Casa Civil, com a expectativa de reinstaurar a Subsecretaria-Geral.
  • Ricardo Couto assumiu o governo em 23 de março, após a renúncia de Cláudio Castro para tentar evitar cassação e manter possibilidade de disputar o Senado; a publicação menciona foco em punir funcionários chamados de “fantasmas” para economizar cerca de 10 milhões de reais.

O governo do Rio de Janeiro lançou uma nova leva de exonerações, totalizando 30 desligamentos em diferentes secretarias e órgãos. Entre os setores atingidos estão a Casa Civil, Fazenda, Governo, Defesa do Consumidor e o Gabinete do Governador, além de Inea, Fundação Leão XIII e a Loteria do Estado.

Dentre as demissões, apenas quatro são assinadas pelo desembargador Ricardo Couto; as demais 26 levam a assinatura do secretário da Casa Civil, Flávio Willeman. Ao todo, o governo afirma ter efetuado mais de 660 exonerações em um único mês.

A administração busca reduzir inativos, conhecidos como fantasmas, para economizar cerca de 10 milhões de reais com as exonerações. Paralelamente, três subsecretarias da Casa Civil foram extintas, enquanto a Subsecretaria-Geral deve ser reinstalada.

Contexto institucional e linha de comando

O governador Ricardo Couto assumiu o cargo em 23 de março, após a renúncia de Cláudio Castro. A saída ocorreu em meio a disputas políticas que manobraram o cenário para eleições futuras. A renúncia do vice e o afastamento do presidente da Alerj influenciam a gestão.

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