- Kassab afirma que Lula e Bolsonaro não são favoritos para vencer em 2026; disputa segue aberta e ele defende reformas econômicas.
- Ele diz que pesquisas atuais refletem o recall dos candidatos, não o comportamento real do eleitor; candidatos com menos exposição tendem a crescer.
- A rejeição alta de ambos é apontada como oportunidade para surgir uma alternativa competitiva.
- Citou Ronaldo Caiado como destaque entre possíveis candidatos, mencionando também Romeu Zema e outras lideranças.
- Critica a carga tributária elevada e a falta de reformas, defendendo reforma administrativa, eficiência estatal e redução de desperdícios para atrair investimentos.
Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, afirmou nesta segunda-feira que não vê Lula nem Bolsonaro como favoritos absolutos para vencer as eleições de 2026. A declaração ocorreu durante evento promovido pelo LIDE, onde Kassab também criticou a carga tributária e o tamanho do Estado, defendendo reformas para destravar a economia.
Segundo o dirigente, o cenário eleitoral permanece aberto e a disputa pode mudar ao longo do tempo. Ele disse que pesquisas atuais refletem principalmente o grau de conhecimento dos candidatos, não o comportamento do eleitor na campanha.
Kassab argumentou que candidatos com menor exposição tendem a crescer conforme a campanha avança, citando exemplos históricos de eleições em que o equilíbrio mudou ao longo do processo. Ele destacou a necessidade de renovação de nomes com potencial de crescimento.
Cenário eleitoral atual
O presidente do PSD apontou que Lula e Bolsonaro enfrentam elevados índices de rejeição, o que, na visão dele, abre espaço para alternativas competitivas. Em seu diagnóstico, rejeições acima de 40% para ambos indicam fragilidade de domínio em um primeiro turno.
Propostas econômicas e reformas
Kassab elogiou governadores e citou Ronaldo Caiado como um dos nomes com potencial para 2026, ressaltando a avaliação positiva sobre o desempenho de Caiado. Também mencionou Romeu Zema entre os prováveis concorrentes. O dirigente
criticou a condução econômica do governo federal, destacando aumento da carga tributária e necessidade de medidas para reduzir custos e aumentar a competitividade das empresas.
Kassab defendeu reformas estruturais, como a administrativa, além de ganhos de eficiência na máquina pública e redução de desperdícios. Em seu ponto de vista, um governo estável e com previsibilidade econômica pode atrair investimentos rapidamente.
Abertura de oportunidades e ambiente de negócios
O líder do PSD afirmou que o Brasil precisa de segurança institucional para incentivar o capital estrangeiro e nacional. Segundo ele, um ambiente estável poderia evitar a saída de empresas e atrair novos investimentos em poucos meses.
Cenário ainda incerto
Kassab manteve o tom de que o pleito ainda está no início e que mudanças significativas podem ocorrer nos próximos meses. O discurso reforçou a ideia de que a disputa está longe de definição e que reformas econômicas são cruciais para o equilíbrio fiscal e o crescimento.
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