- Lula se reuniu com Jaques Wagner, líder do governo no Senado, no Palácio da Alvorada para tratar da indicação de Jorge Messias ao STF.
- Messias será sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça na quarta-feira (29), seguido de votação no plenário do Senado.
- Aliados afirmam que Messias tem pelo menos 47 votos favoráveis; são necessários no mínimo 41 para a nomeação.
- Messias disse estar com o “coração leve” e pretende manter conversas com senadores até a sabatina.
- Lula cancelou agendas presenciais programadas em dois municípios do interior de São Paulo por questões técnicas de transmissão; na semana, ele passou por procedimentos médicos em São Paulo e voltou a Brasília no domingo (26).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta segunda-feira com Jaques Wagner, líder do governo no Senado, para tratar da indicação de Jorge Messias ao STF. O encontro ocorreu no Palácio da Alvorada e faz parte das negociações para a sabatina.
Segundo apuração, Messias já conta com ao menos 47 votos favoráveis na base aliada, necessários para a aprovação, que depende da análise da CCJ na quarta-feira (29) e do plenário do Senado em seguida. O objetivo é avançar na indicação.
O grupo próximo a Messias sinaliza disposição para seguir conversando com senadores até a véspera da sabatina, que definirá se ele está apto a ocupar a cadeira no Supremo. A avaliação ocorre em meio a tensões políticas, sem mudanças anunciadas até o momento.
Agenda de Lula e atualização médica
Nesta segunda, Lula cancelou a participação remota em dois eventos no interior de São Paulo por problemas técnicos de transmissão, segundo o Planalto. Os compromissos eram em Andradina e Presidente Prudente.
Em São Paulo, Lula passou por procedimentos médicos na última sexta-feira. Houve cauterização para retirada de carcinoma basocelular na cabeça e infiltração para tratar tendinite no polegar direito. Não houve restrições de movimento.
Após o tratamento, o presidente retornou a Brasília no domingo (26). A equipe médica informou que as atividades normais devem seguir conforme a evolução clínica, sem mudanças nas restrições futuras.
Entre na conversa da comunidade