- O deputado federal Ubiratan Sanderson (RS), do PL, pediu à PGR que investigue o PT por um vídeo divulgado no fim de semana que tenta associar o senador Flávio Bolsonaro ao Banco Master.
- O vídeo circula em perfis bolsonaristas e petistas e usa a expressão “bolsomaster”, alegando que Flávio Bolsonaro recebeu uma mansão de R$ 6 milhões em Brasília.
- Sanderson afirma que a ligação entre Flávio e o Master é apresentada como fato, sem base em investigações formais, e que há risco de desinformação se disseminar rapidamente.
- A assessoria de Flávio Bolsonaro rebateu, dizendo que as acusações são mentirosas e que o senador não é citado formalmente nas investigações.
- O deputado requer a abertura imediata de investigação sobre a produção e circulação do vídeo, identificação de responsáveis e medidas para interromper a circulação, com possível encaminhamento ao Tribunal Superior Eleitoral.
O deputado federal Ubiratan Sanderson, do PL, pediu à Procuradoria-Geral da República que queira investigar o PT por um vídeo divulgado no fim de semana. O material associa o senador Flávio Bolsonaro ao suposto esquema envolvendo o Banco Master. A circulação ocorre em perfis de apoiadores e opositores, com linguagem de alto teor emocional. Sanderson afirma que não há investigação formal ligando Flávio ao caso.
O vídeo, veiculado durante o 8º Congresso Nacional do PT em Brasília, sustenta ligações entre o banco Master e figuras próximas ao entorno de Flávio Bolsonaro. O material menciona uma suposta mansão de 6 milhões de reais em Brasília e envolve críticas ao que chama de esquema bolsomaster. Não há confirmação de investigações oficiais que comprovem tais vínculos no momento.
Sanderson solicita a abertura imediata de apuração para identificar autores da produção e disseminação do vídeo. O parlamentar também pede medidas para interromper a circulação caso haja irregularidades e o eventual encaminhamento do caso ao TSE, com responsabilização dos envolvidos. A peça sustenta a urgência pela velocidade da propagação online.
A defesa de Flávio Bolsonaro informou que as acusações são mentirosas e sem embasamento formal, afirmando que o senador não foi citado nas investigações do caso Master. O PL sustenta que as informações apresentadas no vídeo simulam veracidade, sem respaldo em investigações oficiais conhecidas, segundo Sanderson.
Segundo o pedido, a análise do conteúdo deve considerar a legislação eleitoral, com a identificação de responsáveis pela produção e divulgação. O objetivo é verificar se houve abuso de poder de transmissão e disseminação de desinformação em ambiente digital, com eventual envio ao Tribunal Superior Eleitoral.
O vídeo foi produzido para apoiadores no contexto do congresso e envolve citações sobre a autorização de operação do Master em 2019 durante o governo Bolsonaro. O material também relata doações reportadas por o que seria sócio do banco e ligações a campanhas de Bolsonaro e de Tarcísio de Freitas. O texto do pedido reforça a necessidade de apuração rápida devido ao impacto da desinformação.
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