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Presidente de associação LGBTQIAPN+ de SP vai denunciar Cássia Kis ao MP

Presidente da associação LGBTQIAPN+ de SP pretende denunciar Cássia Kis ao MP após vídeo que mostra mulher trans impedida de usar banheiro em shopping no Rio

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  • A atriz Cássia Kis é alvo de denúncia anunciada pelo deputado estadual suplente Agripino Magalhães Júnior, que pretende acionar o Ministério Público.
  • O furto do registro envolve um vídeo em que Roberta Santana, mulher trans, afirma ter sido impedida de usar o banheiro feminino no Barra Shopping, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, na sexta-feira passada (24).
  • Segundo o deputado, a conduta pode configurar crime de LGBTQIAPN+fobia equiparado ao racismo, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal de 2019 e a Lei nº 7.716/1989.
  • A defesa de Magalhães Júnior sustenta que a responsabilização é necessária para coibir a normalização do discurso de ódio e evitar violência contra pessoas LGBTQIA+.
  • A CNN Brasil procurou a atriz para posicionamento; a emissora informou que o espaço segue aberto.

O Barra Shopping, no Rio de Janeiro, foi palco de uma denúncia de transfobia envolvendo a atriz Cássia Kis. Segundo relatos, uma mulher trans chamada Roberta Santana relata ter sido impedida de usar o banheiro feminino, com a situação registrada em vídeo na última sexta-feira, 24. A divulgação ocorreu pelas redes sociais da vítima, gerando repercussão.

O denunciado neste caso é a ex-atriz da TV Globo Cássia Kis. O relato envolve discriminação com base em orientação sexual e identidade de gênero, segundo informações divulgadas pela vítima e pela imprensa.

O deputado estadual suplente Agripino Magalhães Júnior, MDB, que também preside a Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo, informou que promoverá uma denúncia ao Ministério Público. Ele sustenta que a conduta pode configurar crime de racismo por motivação LGBTQIAPN+fóbica, conforme entendimento do STF.

Envolvidos e desdobramentos

Magalhães Júnior afirma que a responsabilização é necessária para coibir a normalização do discurso de ódio, mantendo o foco na proteção das pessoas trans e de minorias. A tipificação legal citada envolve ofensas à dignidade quando baseadas em orientação sexual ou identidade de gênero, inclusive em veículos de comunicação.

O MP ainda não foi comunicado oficialmente pela imprensa, e não houve confirmação formal de abertura de processo até o momento. A CNN Brasil informou que tentou contato com a atriz, mas ainda não houve retorno. As informações chegam com o objetivo de esclarecer fatos, sem juízo de valor.

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