- A federação PSOL-Rede insiste em ficar com uma vaga ao Senado na chapa de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo.
- A ideia é lançar a pré-candidatura da ex-ministra Marina Silva (Rede) para o Senado.
- Haddad ainda não definiu quem disputará a segunda vaga ao Senado nem quem ficará na vice.
- Na chapa, a ex-ministra Simone Tebet (PSB) deve concorrer ao Senado; Márcio França (PSB) também mira o Senado.
- A presidente do PSOL afirmou que não há plano B se Marina não ficar com a vaga e citou também Manuela D’Avila, no Rio Grande do Sul, como outra aposta do PSOL.
Nesta segunda-feira (27), a federação PSOL-Rede reiterou que quer uma vaga ao Senado na chapa de Fernando Haddad ao governo de São Paulo. A aposta é manter a pré-candidatura da ex-ministra Marina Silva (Rede). Haddad ainda não definiu a segunda vaga ou o vice.
Paula Coradi, presidente nacional do PSOL, afirmou que Marina Silva é nome de peso e deve concorrer ao Senado. A federação sustenta que há espaço para quatro lugares na chapa, reforçando a necessidade de reserva para Marina.
Na chapa de Haddad, a ex-ministra Simone Tebet (PSB) é apontada para o Senado, enquanto o ex-ministro Márcio França (PSB) também pretende disputar a vaga. Coradi disse que a federação não tem plano B caso Marina não fique com a vaga.
Ela evitou comentar se Marina pode ser suplente de Tebet ou se pode ser indicada como vice de Haddad. Coradi destacou que Marina foi eleita deputada federal por São Paulo em 2022 e é vista como competitiva.
Além de Marina Silva, o PSOL também aposta na pré-candidatura da ex-deputada Manuela D’Avila ao Senado no Rio Grande do Sul, ampliando o leque de possibilidades da federação na coalizão.
Entre na conversa da comunidade