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Quaest aponta 47% de desaprovação e 35% de aprovação ao governo Castro RJ

Quaest aponta 47% de desaprovação ao governo de Cláudio Castro e 35% de aprovação; avaliação negativa chega a 36% após a renúncia de março

O ex-governador Cláudio Castro deve ser impedido de disputar eleições até 2030 — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
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  • Pesquisa Quaest aponta desaprovação de 47% e aprovação de 35% ao governo de Cláudio Castro, com 18% sem resposta.
  • Avaliação do governo: positiva 23%, regular 32% e negativa 36%; 9% não souberam/não responderam.
  • Levantamento ouviu 1.200 eleitores no Rio entre 21 e 25 de abril, com margem de erro de 3 pontos percentuais.
  • A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e registrada no TSE como RJ-00613/2026.
  • O levantamento ocorre cerca de um mês após a renúncia de Castro, em 23 de março, e no contexto de debates sobre a escolha do governador substituto.

A Quaest divulgou na segunda-feira (27) uma sondagem sobre a avaliação do governo de Cláudio Castro, no Rio de Janeiro. A pesquisa aponta desaprovação de 47% e aprovação de 35% entre eleitores fluminenses, com 18% sem resposta ou indecisos. A avaliação do governo registra 23% positiva, 32% regular e 36% negativa, com 9% não souberam ou não responderam.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre 21 e 25 de abril, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e registrada no TSE com o número RJ-00613/2026.

A divulgação ocorre cerca de um mês após a renúncia de Castro, em 23 de março, um dia antes de o TSE retomar julgamento que resultou na inelegibilidade do ex-governador por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. O TSE considerou que a cassação do mandato ficou prejudicada pela renúncia.

Contexto institucional

Com a renúncia, o Rio de Janeiro vive vacância de governo, com o comando interino exercido pelo presidente do TJ, desembargador Ricardo Couto. O STF ainda analisa, em julgamento relativo, a forma de escolha do governador para um mandato-tampão, até a posse do novo chefe do Executivo em outubro.

O cenário política no estado acompanha a discussão sobre eleições diretas ou indiretas para a sucessão, tema que envolve o STF e pode impactar o rito do governo até o próximo pleito. A crise institucional ajuda a moldar a percepção pública sobre a gestão atual.

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