- Republicanos defendem acelerar a construção de novo salão de bailes na Casa Branca após o ataque ocorrido durante jantar de jornalistas em Washington, no sábado.
- O senador Lindsey Graham e outros congressistas apresentaram um projeto de lei para financiar a obra com recursos públicos e acelerar o cronograma.
- O espaço, com capacidade para cerca de mil pessoas, permitiria que o presidente e futuros ocupantes realizassem eventos sem deixar a área protegida.
- A obra está estimada em US$ 400 milhões e, segundo Trump, seria custeada por doações privadas.
- Democratas tentam bloquear a construção no Senado; a Organização Nacional para Preservação Histórica move ação judicial, e a Justiça suspendeu o avanço até análise de autorização do Congresso; a Casa Branca revisará protocolos de segurança para compromissos externos.
Membros do Partido Republicano defendem acelerar a construção de um salão de eventos na Casa Branca após o ataque contra o presidente Donald Trump e membros do seu governo durante um jantar de jornalistas em Washington, ocorrido no sábado. A ideia é ampliar a segurança presidencial mantendo Trump dentro da área protegida.
A construção prevista é de um espaço de grande porte dentro do complexo da Casa Branca, para permitir que futuras administrações realizem eventos sem deixar a área de proteção. O valor estimado é de US$ 400 milhões, com suposta participação de doações privadas, segundo Trump.
A proposta já enfrenta resistência política e judicial. Democratas tentam bloquear o projeto no Senado, enquanto a Organização Nacional para Preservação Histórica não desistiu de ações ao impedir a obra. O processo tramita na Justiça, com nova audiência em junho.
Proposta de financiamento
O senador Lindsey Graham, presidente da Comissão de Orçamento do Senado, e outros republicanos apresentaram nesta segunda-feira um projeto de lei para financiar a obra com recursos públicos e acelerar o cronograma. A iniciativa foi anunciada após o ataque e visa facilitar a realização de eventos oficiais na sede em segurança.
Segundo os republicanos, o salão com capacidade para cerca de mil pessoas seria um ganho de segurança, permitindo que Trump e futuras lideranças realizem encontros sem sair da área protegida. A administração ainda não confirmou detalhes operacionais da construção.
A proposta law ainda enfrenta questionamentos sobre a necessidade de autorização Congressual. Enquanto isso, organizações de preservação histórica continuam com ações judiciais em curso para bloquear a obra. O caso permanece em pauta na esfera judicial.
Situação jurídica
A Organização Nacional para Preservação Histórica dos Estados Unidos mantém processo em curso para impedir o projeto. A ação está na Corte de Apelações do Distrito de Colúmbia, com audiência prevista para junho. Em março, a Justiça determinou suspensão temporária do avanço da obra até análise sobre autorização do Congresso.
A Casa Branca informou que acompanhará o andamento jurídico e avaliará impactos no calendário da obra. A fonte citada pela imprensa ampliou que decisões judiciais podem influenciar prazos e custos.
Nesta segunda-feira, o governo também confirmou que revisará protocolos de segurança para compromissos externos com participação do presidente. Reuniões entre DHS e Serviço Secreto devem reavaliar procedimentos de proteção em grandes eventos.
Em busca de reforço de segurança
A Casa Branca comunicou que haverá revisão dos protocolos de segurança para compromissos públicos com a presença do presidente. Autoridades do Departamento de Segurança Interna e do Serviço Secreto devem discutir medidas de proteção adicionais. As mudanças visam aumentar a proteção durante eventos de grande porte.
Fonte: informação veiculada pela Reuters, com relatos sobre posicionamentos republicanos, debate legislativo, processos jurídicos e revisões de segurança.
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