- Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas participaram da abertura da Agrishow, em Ribeirão Preto, nesta segunda-feira, 27.
- Durante o evento, Flávio elogiou Tarcísio e disse que ele pode ser presidente do Brasil; Tarcísio o elogiou e enfatizou manter o legado de Jair Bolsonaro.
- No período da tarde, o governador de São Paulo chamou Flávio de próximo presidente da República, reforçando a aliança na pré-campanha.
- Flávio sinalizou a possibilidade de a “chapa dos sonhos” do PL ter Derrite e André do Prado ao Senado, com a definição dependente de Eduardo Bolsonaro e Jair Bolsonaro.
- O senador criticou o governo Lula em relação ao agronegócio, destacando a importância do setor e apontando necessidades de infraestrutura e fluxo de caixa para produtores.
Foi anunciada a primeira agenda conjunta da dupla Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro durante a pré-campanha. Os dois participaram da abertura da Agrishow, maior feira do agronegócio do Brasil, realizada nesta segunda-feira em Ribeirão Preto (SP).
Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas foram recebidos com destaques de apoio de público presente. O candidato ao Senado pelo PL enfatizou lealdade a Bolsonaro e apontou o governador como futuro presidente, em tom de elogio à aliança.
O governador de São Paulo respondeu destacando o legado do pai de Flávio e sinalizando que Flávio seria o próximo presidente, reforçando a linha de continuidade para o estado. O público acompanhou a programação da manhã com forte presença de apoiadores.
Durante a tarde, Tarcísio participou de evento do governo na Agrishow e confirmou repetidamente a percepção de Flávio como possível chefe do Executivo federal, num tom de reconhecimento institucional da chapa.
Além disso, Flávio citou a formação de uma “chapa dos sonhos” envolvendo o grupo que inclui Guilherme Derrite e André do Prado, indicando que novos movimentos políticos podem surgir para compor o cenário estadual. As falas destacaram fortalecimento de alianças entre siglas.
O presidenciável ressaltou a importância do agronegócio para a economia, criticando a condução atual do governo federal em relação ao setor. O discurso abordou a necessidade de infraestrutura e de apoio ao capital produtivo, observando dificuldades de endividamento no setor.
Ao longo do dia, Flávio elogiou a nomeação de um secretário de Agricultura paulista ligado ao histórico de reformas, atribuindo ao governo anterior avanços relevantes em regularização fundiária e titularização de propriedades, com leitura favorável ao legado de Bolsonaro.
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