- O Jantar dos Correspondentes da Casa Branca é um evento privado, tradicional desde 1921, no qual o presidente é convidado e não anfitrião.
- Trump defende a construção de um salão de baile na Casa Branca, orçado em US$ 400 milhões, para mil convidados, com 8.500 metros quadrados na Ala Leste.
- A obra está prevista para terminar até o fim do segundo mandato, em janeiro de 2029, mas sofre atrasos por processos judiciais; as obras no subsolo seguem apenas por questões de segurança.
- Em rede social, Trump associou a necessidade de um salão maior e mais seguro às falhas de segurança ocorridas durante o jantar com jornalistas, citando proteção contra drones e vidro à prova de balas.
- O incidente no Washington Hilton, com um atirador que foi detido pelo Serviço Secreto antes de chegar ao salão, é usado pelo presidente para justificar a promoção do projeto.
O Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, tradicional desde 1921, ocorreu sob tensão após um tiroteio no Washington Hilton. O ataque interrompeu o evento em que o presidente Donald Trump participava como convidado, não como anfitrião. A discussão gira em torno de uma obra proposta: um salão de baile na Casa Branca.
Trump afirma que o incidente poderia ter sido evitado se o evento fosse realizado no salão que planeja construir na Casa Branca. Segundo ele, o novo espaço seria maior, mais seguro e resistente a drones, com vidro à prova de balas.
Apesar da defesa do projeto, a construção do salão de festas enfrenta entraves legais. O cronograma prevê conclusão apenas até o fim do segundo mandato, em janeiro de 2029, com a Justiça mantendo apenas as obras de segurança no subsolo.
Desenvolvimento e controvérsias
O projeto avaliado em cerca de US$ 400 milhões prevê capacidade para mil convidados em 8.500 metros quadrados, na Ala Leste. A Justiça interrompeu parte das obras, mantendo apenas as medidas de segurança em estudo no subsolo.
Trump usou a situação para defender a necessidade de um espaço maior e mais seguro na propriedade. Em suas redes sociais, o presidente destacou a importância de recursos para proteção institucional, sem oferecer detalhes adicionais.
O ataque ao Washington Hilton permitiu que o suspeito Cole Tomas Allen enfrentasse a polícia sem chegar ao salão. Agentes do Serviço Secreto evitaram o contato direto com o espaço reservado ao jantar.
O jantar anual de correspondentes é, por natureza, um evento privado e independente. Sua essência poderia ser comprometida caso ocorresse dentro da Casa Branca, sob a tutela presidencial, conforme debates em curso.
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