- O ministro Alexandre de Moraes criticou o uso do STF como “escada eleitoral” por políticos para ampliar visibilidade nas redes sociais, durante julgamento na Primeira Turma.
- O sabatina de Jorge Messias, indicado ao STF pelo presidente Lula, ocorre hoje no Senado; ele disse acreditar numa votação apertada e que a sabatina deve tratar dos rumos da Corte, não apenas da atuação profissional.
- A Polícia Federal investiga o voo de Fernando Oliveira Lima por possível descaminho ou contrabando; além dele, a lista de passageiros inclui quatro parlamentares, um ex-assessor e um empreiteiro ligado à Lava Jato.
- O inquérito foi remetido ao STF após a PF constatar que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: Hugo Motta, Ciro Nogueira, Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL).
- No radar, ainda há a denúncia de injúria e calúnia apresentada por Gustavo Gayer contra José Nelto, em apuração que tramita no STF.
O programa Estadão Analisa, apresentado por Carlos Andreazza, discute críticas do ministro Alexandre de Moraes sobre o uso da STF como ferramenta de visibilidade nas redes sociais. A fala ocorreu nesta terça-feira, 28, durante julgamento da Primeira Turma.
A Corte analisa uma denúncia apresentada pelo deputado Gustavo Gayer contra José Nelto, ambos federais. Nelto é acusado de injúria e calúnia. Moraes afirmou que políticos usam a Corte como escada eleitoral para atrair likes.
Sabatina de Messias no Senado
No Senado, Jorge Messias aguarda sabatina para vaga no STF. Ele disse a interlocutores que a sabatina deve tratar dos rumos da Corte, não apenas da atuação profissional, e prevê resultado apertado no plenário.
O caso envolve ainda o empresário Fernando Oliveira Lima, alvo de investigação da Polícia Federal. A PF apura descaminho ou contrabando relacionado a bagagens entrantes ao Brasil, com a lista de passageiros contendo quatro parlamentares.
A apuração aponta que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: Hugo Motta, Ciro Nogueira, Doutor Luizinho e Isnaldo Bulhões. O inquérito foi encaminhado ao STF após constatação da PF.
A investigação se conecta a desdobramentos de operações anteriores, incluindo a Carbono Oculto e a Lava Jato, ressaltando a complexidade de ligações entre autoridades, empresários e casa legislativa.
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