- Ronaldo Caiado afirmou ser pacificador e destacou que seu estilo de governo busca “pacificar”, ao participar do Fórum Paulista de Desenvolvimento, em Itu, SP, na segunda-feira (27).
- O ex-governador de Minas, Romeu Zema, tem feito críticas ao Supremo Tribunal Federal, incluindo vídeos que o mostram enfrentando ministros; houve ainda um pedido de Gilmar Mendes para incluir Zema no inquérito das fake news.
- Caiado e Zema divergem sobre a reforma do STF: Zema defende medidas mais radicais, como impeachment, enquanto um código de ética seria inútil; Caiado admite o código como resposta a um clamor nacional e não descarta cassação pelo Senado.
- Os dois integram o grupo de pré-candidatos de direita ao Planalto, ao lado de Flávio Bolsonaro e Renan Santos, com expectativa de uma ofensiva antipetista em eventual segundo turno contra o presidente Lula.
- No cenário, também aparecem nomes de outros espectros, como Hertz Dias, Samara Martins, Rui Costa Pimenta, Edmilson Costa, Aldo Rebelo, Augusto Cury e Cabo Daciolo.
O pré-candidato Ronaldo Caiado (PSD) afirmou ter um perfil pacificador ao comentar suas diferenças com Romeu Zema (Novo). Caiado participou do Fórum Paulista de Desenvolvimento, nesta segunda-feira (27), em Itu, SP. Ele disse que governa buscando pacificação, ao falar com jornalistas.
Zema criticou abertamente a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), chegando a antagonizar Gilmar Mendes ao longo de vídeos em que retrata magistrados como bonecos de pano. O ex-governador mineiro foi alvo de um pedido de Alexandre de Moraes, a pedido de Gilmar Mendes, para explicar sua participação no inquérito das fake news.
Uma das divergências entre eles envolve a forma de reformar o STF. Zema defende soluções radicais, como impeachment, e critica propostas de código de ética para magistrados. Caiado, por sua vez, vê a ideia como resposta a um clamor nacional, ainda que não descarte cassação de mandatos pelo Senado.
Alianças e cenários
A dupla Caiado e Zema aparece ao lado de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Renan Santos (Missão) na lista de pré-candidatos de direita ao Planalto. A projeção indica uma ofensiva antipetista caso haja segundo turno entre Flávio e Lula (PT).
Entre opções alternativas, aparecem representantes da esquerda radical, como Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB). O cenário também contempla Aldo Rebelo (DC), Augusto Cury (Avante) e Cabo Daciolo (Mobiliza).
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