- Cícero Lucena (MDB) oficializou Diogo Cunha Lima (PSD) como vice-governador na chapa para o governo da Paraíba, em evento do PSD no estado.
- Diogo Cunha Lima é empresário na Paraíba e filho do ex-governador Cássio Cunha Lima, também ligado ao PSD.
- A aliança entre PSD e MDB foi fortalecida, com Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e André Gadelha (MDB) confirmados como candidatos ao Senado.
- A definição de vice para a chapa de Lucena aumenta a pressão sobre o atual governador Lucas Ribeiro (PP), que ainda não anunciou quem o acompanhará na disputa estadual.
- A corrida ao Senado no estado segue tensa, com acenos de Lula a Azevedo, Nabor Wanderley e Veneziano, e a possibilidade de Marcelo Queiroga (PL) se beneficiar de uma eventual fragmentação de votos.
Cícero Lucena (MDB) formalizou a escolha de Diogo Cunha Lima (PSD) como vice-governador de sua chapa para as eleições de outubro na Paraíba. O anúncio ocorreu durante evento do PSD na Paraíba nesta segunda-feira (27/4). A parceria consolida a aliança entre MDB e PSD para a disputa estadual.
Diogo Cunha Lima é empresário paraibano e filho do ex-governador Cássio Cunha Lima, também filiado ao PSD. Ele afirmou estar pronto para o cargo e disse ter interesse em trabalhar pelo estado. A chapa, assim, passa a ter uma composição entre MDB e PSD para o governo.
Na ocasião, o PSD também reiterou apoio a Veneziano Vital do Rêgo (MDB) para o Senado. O anúncio foi feito pelo deputado federal Pedro Cunha Lima (PSD), irmão de Diogo Cunha Lima e presidente do PSD na Paraíba. Além disso, o MDB confirmou André Gadelha como candidato ao Senado pelo partido.
Com a definição da vice, a aliança entre PSD e MDB ganha força na corrida ao governo, ao mesmo tempo em que intensifica a corrida pelo Senado. A composição pode impactar o alinhamento de forças entre PT e Centrão no estado, conforme análises locais.
O governador Lucas Ribeiro (PP), pré-candidato à reeleição, lidera pesquisas ao lado de um provável vice ainda não definido. O PP atua como peça central na disputa interna entre PT e Centrão, com a expectativa de manter posição relevante na leitura de cenários estaduais.
Na configuração para o Senado, além de Veneziano Vital do Rêgo, o MDB já confirmou André Gadelha como candidato. A frente política também envolve João Azevedo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos), com o PT tendo apoio formal de Lula apenas para Azevedo.
Especialistas apontam que a divisão de apoios no campo governista pode favorecer outsider como Marcelo Queiroga (PL), caso haja atrito entre os nomes da base. A disputa envolve duas vagas para o Senado e pode redefinir forças entre PT, Centrão e partidos aliados.
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