- Em pronunciamento no Plenário na terça-feira, 28, o senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu debater o fim da escala 6×1 e a necessidade de considerar a estrutura de gastos do país.
- Ele afirmou que a economia brasileira não vive falta de recursos, mas sim de gestão pública, criticando despesas com a estrutura política.
- Cleitinho disse que trabalhadores e empresários não são responsáveis pelos desequilíbrios econômicos e pediu reformas para organizar o setor público.
- Em tom duro, afirmou que o país nunca foi “quebrado” e que os problemas teriam origem em desvios, citando a expressão “o país foi roubado”.
- Também lembrou ter apresentado o Projeto de Lei (PL) 2.051/2023 para alterar a cobrança do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) em contratos de locação, para impedir que o inquilino pague o imposto.
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) defendeu, em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (28), a importância de debater o fim da escala 6×1 e a necessidade de considerar a estrutura de gastos do país. Segundo ele, a economia brasileira não sofre de falta de recursos, e sim de gestão pública.
Ele afirmou que despesas com a estrutura política pesam sobre o orçamento e que trabalhadores e empresários não seriam os responsáveis pelos desequilíbrios econômicos. Cleitinho defendeu reformas voltadas à organização do setor público e melhorias na gestão de recursos.
Ao longo da fala, o senador ressaltou que é hora de identificar fatores que comprometem a economia e reforçou a ideia de que o país não estaria hipotecado, mas teria problemas de corrupção e má gestão. O posicionamento visa ampliar o debate sobre políticas públicas e contenção de gastos.
Debates sobre IPTU e contratos de locação
Cleitinho mencionou ainda uma proposta de sua autoria para alterar a cobrança do IPTU em contratos de locação, buscando impedir que o custo seja repassado ao inquilino. O objetivo é esclarecer quem deve arcar com o imposto em negociações de aluguel.
Segundo o parlamentar, o IPTU pertence ao proprietário, e não ao inquilino, e a proposta (PL 2.051/2023) visa impedir a transferência automática desse custo ao inquilino durante a negociação. A ideia é estabelecer regras mais claras para quem paga o imposto em contratos de locação.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação)
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