- O Departamento de Justiça pediu a um juiz que suspenda a pausa na obra do novo salão de baile da Casa Branca, citando o tiroteio no jantar de correspondentes da Casa Branca neste fim de semana.
- Um juiz federal havia determinado a interrupção da construção após preservacionistas moverem ação contra o projeto de 400 milhões de dólares.
- O tiroteio no Washington Hilton aumentou os argumentos deDonald Trump sobre a necessidade de um espaço mais seguro para eventos presidenciais.
- O National Trust for Historic Preservation afirmou que não pretende abandonar a ação, que sustenta que o presidente não tinha autoridade para iniciar o projeto sem aprovações do Congresso e de órgãos federais.
- Em outubro, a East Wing foi demolida para abrir espaço ao novo prédio; mais de 2.300 pessoas estavam presentes no evento, e Trump e outros funcionários foram evacuados.
O Departamento de Justiça pediu a um juiz que levante a suspensão das obras do novo salão de festas da Casa Branca, citado o tiroteio no White House Correspondent’s Dinner neste fim de semana. A solicitação ocorre após a suspensão determinada pela Justiça.
Um juiz federal havia determinado a parada da construção no nível do terreno, após uma ação de preservacionistas que contestam o projeto de 400 milhões de dólares. A arguments mencionam que a autoridade do presidente para iniciar a obra dependeria de aprovações federais.
Trump já defende que o salão seria mais seguro para eventos presidenciais, especialmente após o incidente. O tiroteio no Washington Hilton ampliou esse debate.
Contexto legal
A National Trust for Historic Preservation informou nesta segunda-feira que não planeja retirar a ação. A entidade sustenta que o presidente não possuía autoridade para começar a obra sem aprovação do Congresso e de agências federais.
A representação legal do trust cita a antiga localização do East Wing, cuja demolição, em outubro, abriu espaço para o novo prédio. A peça argumenta que a administração ignorou requisitos legais de autorização.
Em registro enviado na segunda-feira, o procurador-geral interino Todd Blanche e outros representantes afirmam que as medidas extras de segurança previstas justificam a suspensão, sob a qual o juiz federal já se pronunciou.
Segundo o documento, o objetivo é oferecer um espaço seguro para grandes eventos, ausente hoje em Washington. O texto também critica a ação como desproporcional diante do interesse de futuras administrações.
Detalhes do incidente e próximos passos
O processo também traz críticas ao uso de linguagem interna ao envolver o presidente, conforme o registro. Observadores legais dizem que a medida pode não influenciar o juiz Richard Leon, indicado por Bush, que ordenou a paralisação.
A presidente e CEO do trust, Carol Quillen, declarou que a ação não será retirada voluntariamente e que a organização busca cumprir a lei. A audiência sobre a suspensão ainda está em andamento.
Mais de 2.300 pessoas estavam presentes no Washington Hilton no sábado, quando um suspeito armado tentou entrar no jantar do correspondentes. O presidente e outros detalhes estavam no evento, que foi encerrado com a evacuação imediata das pessoas.
Desde o ocorrido, Trump tem usado o episódio para justificar a construção de um novo salão na Casa Branca, repetindo que seria um espaço mais seguro. Não está claro como o novo salão mudaria o desfecho do evento específico.
Entre na conversa da comunidade