- O governo Lula busca uma declaração pública de apoio de Davi Alcolumbre à indicação de Jorge Messias para o STF.
- O advogado-geral da União fará sabatina nesta quarta-feira (29), e Messias já foi recebido por mais de 75 entre 81 senadores.
- O encontro entre Alcolumbre e Messias ocorreu de forma casual recentemente, sem substituir uma reunião formal.
- O placar no Senado é incerto; o governo acredita que o apoio do presidente do Senado pode ajudar, estimando cerca de 45 votos, em relação aos 41 necessários.
- No encontro breve, mediado por amigos comuns em Brasília, Alcolumbre manteve neutralidade e disse que seguirá o rito da sabatina, sem se comprometer com apoio.
O governo Lula busca obter uma declaração pública de apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, à indicação de Jorge Messias a uma vaga no STF. A sabatina do nome de Messias está marcada para esta quarta-feira (29). A tentativa ocorre em meio a um processo de tentativa de obtenção de votos para a aprovação.
A atuação do governo ocorre em um momento de incerteza no cenário parlamentar. Alcolumbre mantém neutralidade e ainda não sinalizou apoio formal, enquanto a base governista aponta que o apoio público pode ser decisivo para consolidar os votos necessários.
O ministro Giovanni Messias, indicado pelo governo, já recebeu a visita de mais de 75 senadores ao longo de investigações não oficiais, mas ainda depende de ao menos 41 votos favoráveis para aprovação. A liderança do Senado avalia que o gesto de Alcolumbre pode influenciar a expectativa de votação.
Movimentação política
Uma reunião anterior entre o advogado-geral da União e Alcolumbre foi descrita como casual e breve, sem substituição de uma reunião formal. O encontro ocorreu em Brasília, mediado por amigos comuns e com a presença de familiares, segundo a coluna de indústria.
Aliados de Alcolumbre afirmam que o presidente vai cumprir o rito constitucional da sabatina e da votação, e que manterá um ambiente estável na Casa. A avaliação entre parlamentares de centro é de que a neutralidade pode não ser suficiente sem um sinal claro de apoio do presidente do Senado.
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