- Governo vê cenário favorável para a candidatura de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) em Minas Gerais, com potencial de crescimento após o anúncio oficial.
- Pesquisa Genial/Quaest mostra Cleitinho Azevedo (Republicanos) na frente, com 30%; Alexandre Kalil (PDT) tem 14%; Pacheco aparece com 8%; Mateus Simões (PSD) soma 4%.
- A baixa rejeição de Pacheco entre eleitores mineiros é destacada por aliados, contrastando com a taxa de Kalil (36%).
- Pacheco, escolhido por Lula para disputar o governo, não se declara oficialmente, buscando reduzir exposição e ataques até consolidação de acordos da chapa.
- A composição da chapa ainda está em aberto: vice e a segunda vaga ao Senado dependem de entendimentos; a primeira vaga ao Senado já ficou definida com Marília Campos (PT).
O entorno do presidente Lula e do senador Rodrigo Pacheco avalia de forma otimista a pesquisa Genial/Quaest sobre Minas Gerais. O levantamento aponta cenário de disputa entre nomes já conhecidos, com potencial de mudança a partir de uma eventual oficialização da candidatura de Pacheco.
A pesquisa mostra Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança das intenções de voto. Em segundo, Alexandre Kalil (PDT). Pacheco aparece em terceiro, com 8%, e Mateus Simões (PSD) soma 4% no primeiro turno, entre as opções estimuladas.
Apesar do patamar atual, aliados de Pacheco veem espaço para crescimento após o anúncio oficial. A avaliação é de que o atual governo, sob Romeu Zema, enfrenta cansaço entre eleitores, o que pode favorecer o candidato que se apresentar formalmente.
Cenário de votos
A enquete aponta que a resistência a Pacheco é menor em comparação com a de Kalil. Enquanto Kalil registra 36% de rejeição, Pacheco fica em 28%, indicando menor viabilidade de bloqueio entre o eleitorado mineiro.
Pacheco ainda não confirmou a candidatar-se publicamente, segundo os interlocutores. O sigilo estratégico busca manter exposição controlada e reduzir ataques enquanto o cenário político local se reorganiza.
A definição da chapa de Pacheco segue em aberto. A vice ainda não foi anunciada, e a segunda vaga ao Senado depende de acordos entre partidos. A primeira vaga ao Senado já tem acordo com o PT, envolvendo Marília Campos.
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