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Hinckley Jr. chama tiroteio de Trump no mesmo hotel de Reagan de assustador

Hinckley afirma que Washington Hilton é inseguro para grandes eventos e que o ataque recente foi “spooky”, apesar dos protocolos do Serviço Secreto

John Hinckley Jr in Williamsburg, Virginia, in July 2022.
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  • John Hinckley Jr. chamou de “assustadora” a notícia do tiroteio no Washington Hilton, onde houve o ataque em 1981, durante o jantar de imprensa.
  • Ele disse também acreditar que o hotel não era um local seguro para grandes eventos e que “coisas ruins continuam acontecendo” por lá.
  • O Washington Hilton implementou medidas de segurança mais rigorosas após o atentado a Reagan, mas o jantar de imprensa foi cancelado neste fim de semana após um homem atirar contra um agente da Secret Service na entrada interna.
  • O suspeito do ataque de sábado, Cole Tomas Allen, foi preso após ser alvo de disparos da Secret Service, sem ser atingido, e responde por tentativa de assassinato do presidente, entre outros crimes.
  • Hinckley, que foi considerado culpável por insanidade em 1982 e recebeu alta de tratamento clínico em 2022, mencionou ter tomado conhecimento do tiroteio ao ver uma notificação no celular e passou a acompanhar as imagens na TV.

John Hinckley Jr, o homem que atirou em Ronald Reagan em 1981 no Washington Hilton, afirmou em entrevista à TMZ que foi “assustador” saber do tiroteio ocorrido no hotel durante uma gala de imprensa com Donald Trump e autoridades da administração.

O veterano, hoje com 70 anos, declarou que coisas ruins continuam acontecendo no Washington Hilton e que o local não é seguro para grandes eventos. As afirmativas dele foram feitas após o ocorrido no sábado.

O Washington Hilton informou que operava sob protocolos do Serviço Secreto no momento do incidente, que levou à evacuação de Trump, Melania Trump e outros membros de alto escalão da administração.

O suspeito do ataque, Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi preso após tiroteio com a Secret Service, sem ferimentos para o próprio agressor. Ele é acusado de várias infrações, incluindo tentativa de assassinato.

O atentado coincidiu com a suspensão do jantar de correspondentes, evento que reuniu jornalistas e autoridades. Um manifesto atribuído ao agresor questiona a segurança do local naquele dia.

Hinckley, que foi considerado não culpável por insanidade em 1982 e liberado em 2022, relembrou o episódio ao comentar o novo tiroteio no Washington Hilton.

Segundo ele, ao tomar conhecimento do ocorrido, começou a acompanhar a cobertura televisiva. O episódio reforça debates sobre a segurança em eventos presidenciais no hotel.

O Washington Hilton ressaltou que seguiu os protocolos de segurança do Serviço Secreto, responsável pela proteção do presidente, mesmo diante das medidas adotadas no sábado.

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