- O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo encaminhou ao Ministério Público uma denúncia sobre uso de Fundo Partidário pelo Cidadania para financiar uma rede coordenada de perfis falsos e engajamento artificial.
- A denúncia foi apresentada por filiados do partido contra o diretório municipal da sigla, com Comte Bittencourt (ex-presidente nacional do Cidadania) entre os signatários.
- A decisão, da juíza Eduarda Corrêa, aponta que a denúncia baseia-se em reportagem investigativa e envolve o uso de recursos do Fundo Partidário para financiar a rede online.
- Os denunciantes solicitam a exibição de contratos de marketing digital, notas fiscais e relatórios de execução de serviços, citando risco de perecimento de provas digitais.
- O Cidadania afirmou, em nota à CNN, que a denúncia é proposta por terceiros sem legitimidade jurídica e sem lastro probatório, e que o processo foi extinto sem análise de mérito; o partido destacou a realização de seu Congresso Nacional e eleição de nova direção.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo confirmou o envio ao Ministério Público de uma denúncia sobre uso de Fundo Partidário pelo Cidadania. A denúncia afirma a existência de uma rede coordenada de perfis falsos para atacar adversários e gerar engajamento artificial.
A ação foi apresentada por filiados da sigla contra o diretório municipal do Cidadania, incluindo o ex-presidente nacional Comte Bittencourt. A denúncia usa reportagens investigativas como base para sustentar as acusações.
A juíza Eduarda Corrêa decidiu encaminhar o caso ao MP por envolver recursos do Fundo Partidário, cuja fiscalização é de interesse público na Justiça Eleitoral. O pedido também aponta risco de perda de provas digitais e solicita documentos de contrato, notas fiscais e relatórios.
Em resposta, o Cidadania afirmou, por meio de nota, que a denúncia foi proposta por terceiros sem legitimidade jurídica e sem lastro probatório, estando extinta sem análise de mérito. O partido ressaltou avanços recentes, como a realização do Congresso Nacional e a eleição de nova direção.
A nota cita que Alex Manente, atual presidente e ex-tesoureiro, foi eleito de forma legítima após derrotas na gestão anterior. O Cidadania sustenta que o debate público deve se basear em fatos comprovados e não em alegações sem embasamento.
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